Blog Na Grade do MMA

Arquivo : abril 2014

Melhor amiga de Ronda estreia de olho em Cyborg
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UOL Esporte


Marina Shafir é presença constante no Twitter e Instagram de Ronda Rousey. Também lutadora, ela é a melhor amiga da campeã do UFC e, como uma boa amiga tem de ser, está tomando as dores da norte-americana na disputa pessoal com Cris Cyborg. Marina estreia no MMA profissional neste sábado e já mira um embate contra a brasileira.

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Por anos Ronda e Cyborg trocam provocações, sendo a principal discussão o peso de um possível duelo entre elas. A norte-americana luta na categoria galo, para lutadoras de até 61 kg, e a brasileira é peso pena, até 66 kg.

Marina é do peso de Cyborg, e por isso tem se metido no meio desta história, já que pensa que a brasileira não terá condições de baixar para o peso galo, como planeja fazer ainda este ano.

“Eu estarei pronta para enfrentar Cris Cyborg em um ano e meio”, disse Marina, ao Fight Hub. “Eu assisto às lutas dela todo dia antes de dormir. Todo santo dia eu assisto suas lutas, eu a sigo no Instagram, Twitter, Facebook. Sei tudo o que ela está fazendo e pensando.”

Recentemente Cyborg perdeu uma luta de muay thai. Para a europeia, aquele combate mostrou todos os “buracos” do jogo da brasileira, que deixou de ser um “monstro assustador”.

A lutadora invicta da Moldávia, que somou cinco vitórias por finalização no MMA amador, vai fazer sua estreia profissional contra Chandra Engel, que tem no cartel apenas um combate, com derrota.

Marina Shafir tem 25 anos e começou sua carreira como lutadora no judô. Mas, diferentemente de Ronda Rousey, que foi bronze nas Olimpíadas de Pequim, ela não teve sucesso e preferiu mudar de ares, apostando no MMA. A morte de seu pai, que trabalhava com ela em seu condicionamento físico, ajudou na mudança, em busca de algo mais agressivo.

“Perder o meu pai foi o gatilho que precisava para começar no MMA. Acho que sempre tive isso em mim”, disse ela, ao site Yahoo. Desde 2012 ela está na Califórnia, para onde viajou a convite de Ronda. A dupla se tornou inseparável desde então: dos treinos às festas, Ronda e Marina viraram o que os americanos gostam de chamar de BFF (best friends forever), que na tradução livre significa “melhores amigas para sempre”.


Holm nocauteia outra. Que venha Cyborg?
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UOL Esporte

Holly Holm manteve nesta sexta-feira sua invencibilidade no MMA, chegando a sete vitórias como profissional. A ex-campeã de boxe, que tem sido cotada para entrar no UFC e até para encarar a brasileira Cris Cyborg fora do Ultimate, encarou uma brasileira, e venceu com um nocaute bonito de se ver.

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A norte-americana competiu na 30ª edição do Legacy, diante da brasileira Juliana Werner – que vinha de uma boa série de cinco triunfos. O combate de cinco rounds foi até seu último, quando um chute alto de Holm pegou na cabeça da rival, que foi parar na lona. O resultado lhe deu o cinturão peso galo – mesma categoria de Ronda Rousey.

No mês de março, Holm foi colocada como próxima de ser contratada pelo UFC pela mídia norte-americana. O papo não se desenvolveu e ela ainda está por definir seu futuro e uma possível jornada para encarar Ronda.

Até a campeã do UFC já opinou favoravelmente à contratação de Holm. “Eu adoraria! Tenho que lutar com ela antes de me aposentar”, disse Ronda, no fim de 2013.

As notícias mais novas dão conta que existe uma negociação para que Holm e Cyborg liderarem um card em pay-per-view na TV americana. Mike Winkeljohn, seu técnico, foi quem deu a informação ao site MMA Fighting, mas o time da brasileiro não confirmou.

Holm fez sua última luta de boxe em 2011 e por lá deixou um cartel de 33 vitórias, 2 derrotas e 3 empates. No MMA, seis de suas sete vitórias foram por nocaute.


Dudu mantém cinturão do Bellator
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UOL Esporte

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E o Brasil continua com um campeão no segundo mais importante evento de MMA do mundo. Apesar de um começo de luta complicado, Dudu Dantas conseguiu ficar tranquilo para finalizar Anthony Leone no segundo round e manter o cinturão peso galo do Bellator.

O parceiro de treinos dos campeões do UFC José Aldo e Renan Barão, na academia Nova União no Rio de Janeiro, se complicou no primeiro round ao tentar um chute que foi marcado pelo norte-americano. Com isso, ele foi quedado e, apesar de não ter sofrido muito com o ground-and-pound, ficou por baixo o tempo todo, se defendendo.

A tática de Leone era a mesma para o período seguinte e, por isso, logo tentou a queda com um double-leg, bem defendido pelo brasileiro. No primeiro erro de Anthony, Dudu rapidamente foi para suas costas e conseguiu pegar o pescoço do adversário com um mata-leão na força bruta, quase um esgana-galo.

Sangue, suor e… ‘porrada’

Sangue, suor e… ‘porrada’

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Pezão: o gigantismo e o TRT
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UOL Esporte

Por Maurício Dehò

Uma questão importante em relação à proibição do TRT que aconteceu na semana passada e que ainda faltava ser abordada é a seguinte: e quem REALMENTE tem problemas hormonais, legítimos, e não pode, ou deveria, viver sem a terapia? Um caso que já gerou problemas é o de Antonio Silva, o Pezão, que sofreu há alguns anos com um tumor no cérebro, alega ter problemas em seus níveis hormonais e, enquanto fazia uso da terapia de reposição de testosterona, acabou sendo pego em um exame antidoping no fim de 2013.

Quando a comissão atlética de Nevada vetou o TRT e o UFC acompanhou a decisão integralmente, o que se convencionou é que não há exceções. Anteriormente, era preciso de um pedido médico justificando o uso de testosterona sintética. O problema é que se acredita que a maioria dos casos da baixa no nível do hormônio se dá por conta de uso de esteroides em outras fases da vida do lutador.

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No caso de Pezão, o tumor que ele teve na glândula pituitária gerou a acromegalia, também chamada de gigantismo. Isso desequilibrou seus hormônios e, de acordo com ele e sua equipe, é por isso que ele teve de entrar com um pedido para fazer o TRT.

Pezão conversou com o blog e criticou o veto total à terapia hormonal.

“Acho que se for provado por médicos capacitados que o atleta necessita da reposição hormonal, então dessa forma teria que ser feito, pois não seria para ganhar uma melhor performance e sim para sua saúde pessoal”, defendeu o peso pesado. “Tenho certeza de que quem é verdadeiro e precisa realmente do tratamento está sendo prejudicado.”

Mas o paraibano afirma que vai se adequar às novas medidas. “De forma alguma deixarei de lutar. Que vai me prejudicar, com certeza vai. Mas já lutei várias vezes sem fazer o TRT e se tiver que continuar eu irei.”

Em entrevista recente ao UOL Esporte, Pezão contou que seus problemas hormonais já fizeram inclusive que seu corpo produzisse leite. No entanto, ele acabou pego no antidoping depois da luta épica contra Mark Hunt, na Austrália, justamente por conta de níveis de testosterona elevados. O brasileiro culpou o médico Márcio Tannure, dizendo que foi ele quem recomendou um aumento na dose do tratamento.

A questão principal quanto à legitimidade do uso do TRT é que doenças como hipogonadismo, que causam a diminuição na produção de testosterona, não permitem que se esclareça qual foi o motivo causador. Essa origem obscura é que permitiu que tantos lutadores saíssem em busca da permissão de TRT, numa incidência muito maior do que se vê em qualquer outra modalidade.

No fim, o fato é que o modo como surgiu o veto do TRT não deixou brechas para discussão. Se o problema é legítimo ou se é causado por abuso de esteroides, não faz mais diferença. A decisão ficou a cargo dos lutadores, que tem de se adequar ao proposto e em muitos casos arriscar sua saúde ou deixar a carreira no MMA para trás.


Belfort: de vilão a vítima
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UOL Esporte

Por Maurício Dehò

Vitor Belfort sempre foi visto como um vilão na polêmica do TRT. As vitórias dominantes marcadas pela força dos nocautes vieram acompanhadas pelo debate em torno do tratamento de reposição de testosterona, questionando o quanto isso acrescentava na prática em cima do octógono. A questão é que o veto à terapia hormonal acabou fazendo dele a maior vítima na outra ponta desta história.

Isso porque, como o blog trouxe no domingo, a questão do antidoping no UFC vai muito além de se banir apenas o TRT, mas de mudar toda a política de exames da entidade. Hoje, os lutadores são testados apenas na semana do evento, pouco antes e pouco depois da luta, com raríssimas exceções. A maior das exceções era justamente Vitor Belfort, que colhia amostras regularmente para justificar o uso da terapia hormonal.

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Isto é, enquanto Belfort fazia testes que segundo ele eram mensais, quase a totalidade dos lutadores sabia que não passaria por testes de surpresa – um procedimento que é custoso, mas que deveria virar praxe numa entidade com a dimensão e a relevância do Ultimate, que lidera os rumos do MMA no planeta.

A falta de testes surpresa possibilita o uso de substâncias ilícitas em ciclos, no intervalo dos combates. Sabendo quanto tempo uma substância fica em seu organismo, um lutador pode fazer o uso no limite de tempo para que esteja limpo na semana da luta.

De acordo com Belfort, ele teve de deixar a luta pelo título dos médios contra Chris Weidman por não ter tempo de se adequar às novas regras da Comissão Atlética de Nevada. Entende-se disso que ele seguia fazendo o tratamento até o momento da nova resolução e que não haveria tempo para que a testosterona sintética da terapia deixasse seu organismo a tempo dos exames feitos na proximidade da luta.

Isto é, além de ter de interromper o tratamento – o que já afetaria corpo e mente do lutador no duelo de maio -, Belfort teve de deixar para trás a luta que pode ser a mais importante de sua carreira, depois de tanto tempo aguardando que lhe concedessem uma nova disputa de cinturão. Aos 36 anos, ele sabe que cada chance perdida pode ser a última, mesmo que tenha dito que agora aguarda para enfrentar o vencedor do duelo entre Weidman e Lyoto Machida.

Nem mocinho, nem vilão, Belfort jogava pelas regras permitidas. O fato de tudo isso ter afetado o carioca mais do que qualquer outro lutador não muda o acerto na decisão de banir o TRT. Na verdade, só explicita o quão complicado e profundo é o tema do doping no MMA, que ainda terá muitos capítulos para serem escritos.

Vale lembrar que Dan Henderson poderia ter um destino semelhante. Ele também é adepto do TRT e conseguiu uma exceção para lutar o UFC em Natal contra Maurício Shogun, em 23 de março. A Comissão Atlética Brasileira afirmou que seguirá a decisão do UFC, mas, pela proximidade da mudança de regras, Henderson poderá lutar. Chael Sonnen, que encara Wanderlei Silva em maio, disse que acatará a decisão e não fará mais a terapia.

Um outro ponto desta discussão que mostra outras vítimas do veto ao TRT aponta para quem realmente tem problemas de saúde que diminuem o nível de testosterona e que agora não poderão usar a terapia. Mas aprofundamos isso num post adiante…


Ronda atriz ou Ronda lutadora?
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Ronda Rousey

Ronda Rousey

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Por Maurício Dehò

É inegável que receber convites para fazer pontas e papéis em blockbusters do nível de “Velozes e Furiosos” e “Os Mercenários” é uma honra e tanto. E, como alguns lutadores já fizeram, bastou a Ronda Rousey ouvir o chamado para ela se jogar na carreira de atriz, paralelamente à de lutadora e campeã do UFC. Mas será que a decisão trará consequências para seu trabalho principal, ainda mais pelo fato de ela ter mais dois trabalhos nas telas engatilhados?

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Neste sábado a norte-americana sobe no octógono para o UFC 170, em Las Vegas, e defende o cinturão peso galo feminino contra a compatriota Sara McMann. O detalhe principal é que Ronda esteve em uma luta de quase três rounds completos há menos de dois meses. No dia 28 de dezembro, ela venceu a revanche contra a arquirrival Miesha Tate, com mais uma chave de braço.

Você pode se perguntar – e com muita razão: é possível que Ronda esteja pronta apenas oito semanas depois de lutar? É claro que a campeã diz que está tudo tranquilo. E realmente pode estar. Mas normalmente lutadores têm um período de descanso e fazem camps com duração de oito a dez semanas para ficarem prontos para um combate. Não basta treinar: é preciso trabalhar o condicionamento físico, estudar a estratégia e realizar a perda de peso.

Para tirar qualquer dúvida, Ronda vem realizando treinos abertos ao público e à imprensa, postando fotos e vídeos e passando a mensagem de que, pelo menos na academia, está voando. Como dito, realmente ela pode e até deve estar, por conta de sua experiência com o judô, que a fazia competir muito mais vezes, sempre se mantendo no peso.

O que só no sábado vamos saber é se outro elemento tão importante quanto o físico e muito mais complicado de se trabalhar estará em dia: a cabeça. Ronda é do tipo durona e mostrou que, mesmo com tantas provocações, intrigas e críticas vividas no TUF, conseguiu manter o foco no combate contra Miesha Tate, desafeto de longa data. McMann, por ser uma rival menos experiente, pode tentar surpreender com a figura de zebra na disputa pelo cinturão.

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Fato é que, além de “Os Mercenários 3” e “Velozes e Furiosos 7”, logo que acabar o UFC 170 Ronda Rousey deve retomar o trabalho de atriz. Ela é dada como certa para participar da adaptação para as telonas da série de TV “Entourage”, em março, e também deve participar do “Athena Project”, adaptação de um livro para o cinema.

“Sou uma lutadora, não uma atriz”, defende-se Ronda. “Eu sei que a vida no MMA é curta, então quero ter mais maneiras de escrever minha história. Tenho evitado falar sobre filmes há um bom tempo, é algo periférico para mim. Mantenho meu foco na luta”.

Dana White exagerou nos últimos dias dizendo que Ronda é a “maior estrela que já passou pelo UFC”, colocando ela à frente de Anderson Silva, GSP e companhia. Então, não são só os fãs da lutadora que devem estar torcendo para que as palavras dela sejam verdadeiras. O próprio Ultimate tem todo o interesse de que, na hora de lutar, a lutadora Ronda Rousey seja a protagonista e que a atriz Ronda Rousey saia de cena.


A academia do TUF Brasil
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UOL Esporte

Eu fui vendado, colocado em um carro e quando ele parou, estava na academia do reality show The Ultimate Fighter Brasil, em São Paulo. Tudo para manter o sigilo sobre o local, escondido pelas ruas da capital paulista pelo terceiro ano..

Calma, é brincadeira.

Mas pela primeira vez a imprensa pôde conhecer o local após o final das gravações da terceira edição do programa, que tem Wanderlei Silva e Chael Sonnen como treinadores.

Assim como em Las Vegas, em São Paulo ela também é montada em um galpão. A diferença é que, por aqui, o local é bem maior e com o pé direito bem mais alto. Os espaços são mais amplos e as distâncias entre as áreas de treino são maiores. Os equipamentos são bem similares: área de musculação, de sacos de porrada, um tatame e um octógono.

O local foi deixado da mesma maneira que foi deixado depois do final das gravações no último fim de semana. Foi tirado apenas objetos e anotações que pudessem revelar os participantes ou os vencedores.

Ainda conversei com os dois treinadores e com o diretor do programa. Mas isso é assunto para os próximos posts aqui no blog.


Lutador leva chute e “levita”
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UOL Esporte

Essa luta é do final de janeiro, mas o vídeo é tão legal e me deu tanto trabalho descobrir onde e quando aconteceu, além dos participantes, que resolvi postar o golpe por aqui.

Esse confronto aconteceu na rodada final do Desert Force MMA Championship, no Kuait. O tunisiano Mounir Lazzez (ou se preferir منير اللزاز) estava melhor no combate e conseguiu acetar um belo chute alto no marroquino Anas Siraj Mounir (ou em árabe سراج منير) que pareceu fazer o rival levitar.

Sangue, suor e… ‘porrada’

Sangue, suor e… ‘porrada’

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Tags : nocaute


Domínio brasileiro e o UFC 169 em oito fotos
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UOL Esporte

O UFC 169 no último sábado não foi dos eventos mais empolgantes, tanto que Dana White fez uma autocrítica pesada depois de ver dez das 12 lutas marcadas acabarem pontos, em decisão dos juízes. Mas o evento rendeu imagens muito interessantes, além de deixar claro o domínio de dois brasileiro campeões em suas categorias. Então separei oito fotos que contam bem a história do card que tinha tudo para ser especial.

Barão certeiro

Renan Barão mostrou que está cada vez melhor e infalível. Ele precisou de pouco mais de três minutos e dois golpes certeiros para acabar com o rumo de Urijah Faber e defender pela primeira vez o cinturão dos galos.

 

Está tudo joia mesmo?

Muitos reclamaram da parada do juiz no nocaute de Renan Barão, falando que ela foi muito cedo. Nessa foto, vemos Faber fazendo um sinal de “joia”, mas sendo golpeado pelo brasileiro e sem se defender. Será que foi tão errado?

 

José Aldo só no chute

Se não foi das atuações mais vistosas de José Aldo, ele pelo menos mostrou que os chutes baixos, a mais famosa de suas armas, estão tinindo. Assim, ele não tem mais adversários para disputas de cinturão entre os peso pena.

 

Massacre de Overeem

Alistair Overeem teve a mais fácil luta desde que chegou ao UFC. Para se ter uma ideia, o holandês acertou 62 de 74 golpes significativos tentados, enquanto Frank Mir atingiu o adversário com contundência apenas TRÊS vezes.

 

Medo no rosto de Mir

O ground-and-pound de Overeem é famoso por ser devastador. Mesmo assim, Mir, ficava o puxando para a guarda no chão. Resultado? Esse semblante que misturava temor, medo com preocupação. A demissão o aguarda nesse momento.

 

O nocaute avassalador

Jamie Varner estava muito bem no combate, dominando seu adversário quase nocauteado. Até que Abel Trujillo tirou forças de onde não tinha mais e acertou o rival com um cruzado destruidor. Foi o nocaute mais impressionante do ano.

 

A chave de braço que ninguém esperava sair

Os russos são famosos no mundo das lutas por serem resistentes e por baterem forte. Foi isso que Rashid Magomedov mostrou contra Tony Martin. Conseguiu se safar dessa chave de braço justa e ainda conseguiu a vitória por pontos.

 

Que camisa é essa, campeão?

Campeão dos médios depois de vencer Anderson Silva duas vezes, Chris Weidman chamou a atenção no UFC 169 por conta de sua camisa de seda roxa com bolinhas rosas. Gostaram no modelito do norte-americano?

Tags : ufc 169