Blog Na Grade do MMA http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br Sabia o que acontece dentro e fora do octógono Sun, 10 Feb 2019 13:41:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Meme de Spider x Spider viraliza após Anderson Silva enfrentar “clone” http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2019/02/10/meme-de-spider-x-spider-viraliza-apos-anderson-silva-enfrentar-clone/ http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2019/02/10/meme-de-spider-x-spider-viraliza-apos-anderson-silva-enfrentar-clone/#respond Sun, 10 Feb 2019 13:07:17 +0000 http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/?p=21564

What is currently happening. #ufc234 pic.twitter.com/H4QOwmqS1s

— The Mane Event™ (@EliasTheodorou) 10 de fevereiro de 2019

A luta entre Anderson Silva e Israel Adesanya no UFC 234, vencida pelo nigeriano na madrugada deste domingo (10), marcou o encontro de gerações: de um lado, o brasileiro de 43 anos, uma das lendas do MMA, que voltava ao octógono após dois anos; de outro, um lutador de 29 que bateu o ídolo e “clone” em Melbourne, na Austrália.

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Como mostrou a reportagem do UOL Esporte na última semana, Adesanya é famoso por se assemelhar ao brasileiro – e é, inclusive, apontado por muitos como sucessor de Silva no esporte. Este fato, claro, tomou a internet e acabou virando meme (veja acima).

“O que está acontecendo hoje no UFC 234”, diz a publicação em que dois homens aranha se enfrentam. O meme surgiu pelo fato de o brasileiro ser conhecido mundialmente pelo apelido de Spider (aranha, em inglês).

]]> 0 Com dois cinturões, o que falta para Amanda ter a mesma atenção de Ronda? http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2019/01/01/com-dois-cinturoes-o-que-falta-para-amanda-ter-a-mesma-atencao-de-ronda/ http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2019/01/01/com-dois-cinturoes-o-que-falta-para-amanda-ter-a-mesma-atencao-de-ronda/#respond Tue, 01 Jan 2019 06:01:35 +0000 http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/?p=21558

Não há mais como tirar o lugar de Amanda Nunes do panteão dos maiores da história do MMA. Com o nocaute sobre a até então invencível Cris Cyborg, no UFC 232 no último sábado, ela se tornou a primeira mulher a deter ao mesmo tempo dois cinturões do maior evento do mundo – apenas Conor McGregor e Daniel Comier tinham conseguido essa mesma façanha.

Mas então, por que da brasileira tão menos do que se falava de Ronda Rousey, quando a norte-americana reinava como campeã peso galo do Ultimate?

São várias as explicações, que passam tanto pela organização do UFC, quanto pela falta de autopromoção da própria lutadora, sem contar com o preconceito estrutural. Vou tentar dissecar abaixo essas situações.

O primeiro motivo é muito simples: Ronda Rousey é americana, loira, bonita e desde sempre se vendeu como um grande personagem, mesmo quando ainda era lutadora de judô apenas. Ela construiu toda sua carreira no bussiness do mundo das lutas e caiu como uma luva quando resolveu migrar para o MMA. Era o rosto perfeito para a introdução das mulheres no UFC.

Já Amanda é brasileira, baiana, lésbica, imigrante, até fala bem inglês, mas não é fluente. Ou seja, é uma personagem muito mais difícil de vender para o grande público do MMA, principalmente o norte-americano. E para ser um sucesso completo, qualquer lutador precisa se fazer na casa do Ultimate.

Brasileiros em geral tem mais dificuldade para se venderem como grandes personagens. Os americanos (e Conor McGregor, claro) parecem ter isso no sangue, na educação deles. Os grandes astros dos EUA têm sempre um pé no WWE (não por coincidência, para onde Ronda migrou após deixar o MMA), criam histórias, fabricam narrativas, constroem grandes adversários.

Os lutadores do Brasil de sucesso no UFC normalmente baseiam sua subida ao estrelato basicamente por seu desempenho dentro do octógono. Dou como exemplo José Aldo, que foi o mais dominante campeão dos penas e nunca falou em inglês no UFC. Isso prejudicou muito a construção de sua imagem como grande nome do evento. Amanda tem muito dessa linha. Ela é focada exclusivamente no seu desempenho e nas suas lutas.

Mesmo Anderson Silva demorou muito a encarnar um personagem de herói brasileiro, apesar de por muitos anos ter sido invencível no Ultimate. Mas ele é o exemplo perfeito de que é possível conciliar um grande desempenho no octógono com uma promoção de luta interessante para os fãs.

O UFC também tem de fazer a sua parte. Amanda Nunes precisa ser vendida pelo evento com um tamanho proporcional as suas conquistas. Chegou o momento de ela estar nas lutas principais de grandes cards, ter adversárias competentes e que vendam bem seus combates, colocar a brasileira em grandes programas de televisão no Brasil e nos Estados Unidos, contar a história de superação da baiana para o grande público. Ou seja, fazer com ela o pacote Ronda Rousey.

Por sua vez, Amanda Nunes também tem de fazer sua lição de casa. Ela precisa se mostrar mais aberta a trabalhar sua própria imagem com a mídia. É sabido que ela não é a pessoa mais fácil de se promover porque ela própria se recusa a fazer muito trabalho de base nesse sentido. Chegou o momento de ela perceber que ela é o maior nome do MMA brasileiro da atualidade e isso lhe traz uma enorme responsabilidade com o legado do esporte no país.

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UFC desrespeita fãs e atletas com mudança de local de card http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/12/24/ufc-desrespeita-fas-e-atletas-com-mudanca-de-local-de-card/ http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/12/24/ufc-desrespeita-fas-e-atletas-com-mudanca-de-local-de-card/#respond Mon, 24 Dec 2018 17:34:51 +0000 http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/?p=21552

Imagine você planejar por meses toda uma viagem de fim de ano para Las Vegas. Além do turismo na cidade, poderia ver um dos melhores eventos do UFC do ano. Muita gente fez esse plano, milhares de pessoas. Agora, a poucos dias de embarcar, você descobre que o card que tem Jon Jones x Alexander Gustafsson, além de Cris Cyborg x Amanda Nunes, foi mudado de mala e cuia para Los Angeles.

Foi isso que Dana White e seus pares aprontaram com fãs e lutadores depois que a comissão atlética de Nevada decidiu não dar a licença para Jon Jones lutar no estado, já que ainda encontraram traços do anabólico que ele foi flagrado em um antidoping anos atrás.

Para a comissão da Califórnia e para Usada, está tudo certo. Então, por que não transferir todo o card para lá?

O UFC tem um longo histórico de passar por cima do bom senso e favorecer alguns atletas; Jon Jones é um caso claro disso. Cards inteiros já foram cancelados de véspera, lutas bisonhas fecharam eventos e desconhecidos ou estreantes disputaram cinturão. Mas dessa vez o evento se superou.

Atletas e suas famílias já começaram a reclamar da mudança, que, envolve, por exemplo, pagar mais impostos no novo local do card. É claro que há uma revolta com os privilégios dados para Jon Jones.

Amanda Nunes: “Bom, não esperava pagar as taxas do Estado da Califórnia nesta temporada de festas.”
Nina Ansaroff: “Lá se vai meu novo carro…”
Amanda Nunes: “Perdão, amor”

No final, o Ultimate está mais pensando nas vendas de pay-per-view em todo o mundo que em quem ia assistir ao card em Vegas. O prejuízo, para eles, seria muito maior se derrubassem o evento inteiro ou tirassem Jon Jones dele.

Basicamente Dana White foi egoísta, pensou apenas em seu negócio, mas com essa decisão, vai deixar um enorme rastro de infelicidade e reclamação.

Por Jorge Corrêa
Do UOL, em São Paulo (SP)

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Por que luta que pode deixar Anderson na rota do título é “all-in” do astro http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/12/06/por-que-luta-que-pode-deixar-anderson-na-rota-do-titulo-e-all-in-do-astro/ http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/12/06/por-que-luta-que-pode-deixar-anderson-na-rota-do-titulo-e-all-in-do-astro/#respond Thu, 06 Dec 2018 06:00:58 +0000 http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/?p=21546

Anderson Silva pode voltar a disputar cinturão do UFC

Por Rodrigo Garcia

Uma notícia pegou os fãs de MMA de surpresa nesta semana. Em entrevista coletiva após o TUF 28 Finale, Dana White revelou seus planos para o ex-campeão da organização, Anderson Silva. E eles são bem ambiciosos.

“Eu não via o Anderson há algum tempo. Eu voei a Los Angeles, sentamos e conversamos. Eu falei a ele que queria a luta contra Adesanya e ele disse: ‘Estou voltando. De que maneira isso faz sentido para mim?’ Eu disse: ‘Faz sentido para você porque, se você vencer, eu vou te dar o title shot’. Ele disse: ‘Agora, sim, estamos conversando, cara. Gosto da maneira que você está pensando’”.

No entanto, vários aspectos podem ser levados em consideração na hora de se analisar por que Dana tomou tal decisão.

Velho Anderson X “Novo Anderson”

O duelo promete ser a verdadeira definição de “choque de gerações”. De um lado, temos um dos lutadores mais talentosos que já pisaram no octógono, que defendeu seu título por vários anos e é visto por muitos como o maior nome da história do esporte.

Do outro, temos aquele que é apontado como o sucessor do brasileiro. Invicto em 15 lutas na carreira, o Israel Adesanya vem chamando atenção por seu estilo arrojado e por suas impressionantes performances, que já lhe renderam três bônus do UFC em suas quatro apresentações pela organização.

Brasileiro dá “all-in” ao topar encarar pedreira

A aspa que abre o texto mostra bem o momento de Anderson Silva. Sem entrar no octógono há quase dois anos, o brasileiro aceitou o desafio de encarar um dos nomes mais promissores do MMA. Se um lado da moeda mostra que o psicológico e a confiança de Anderson estão mais elevados do que nunca com a luta que pode coloca-lo nas cabeças da divisão, o outro mostra o aspecto negativo dessa decisão, já que uma derrota poderia acabar de vez com os sonhos do atleta e suas pretensões de ser novamente campeão.

Divisão “sem dono”

Cinco anos após “Spider” encerrar seu legado como campeão dos médios, ninguém conseguiu se firmar como o “dono” da divisão. O título dos médios já passou pelas mãos de Chris Weidman, Luke Rockhold, Michael Bisping, Robert Whittaker e até mesmo Georges St-Pierre, ex-campeão da categoria até 77 quilos.

Histórico de Anderson Silva

Pesa a favor do brasileiro o seu histórico impecável dentro dos médios. No período em que foi campeão, Anderson defendeu seu título com sucesso em 10 oportunidades, o que o coloca como o segundo maior da história no quesito, com apenas uma luta a menos que Demetrious Johnson (que, cá entre nós, atua em uma divisão bem menos desafiadora que o “Spider”). Além disso, o ex-campeão também é o detentor da maior sequência de vitórias no UFC (16).

Astro da companhia

Desde que o UFC foi comprado pela WME-IMG, a organização tem focado em promover duelos que despertem o interesse do público, mesmo que isso represente não ser tão coerente em relação aos aspectos esportivos. Dentro desta linha, a escolha de Dana White é coerente: caso Anderson reconquiste o título, ele terá um grande nome para promover a divisão e um lutador que é um sucesso na hora de vender pay-per-views.

Possibilidade de superlutas

Outro aspecto interessa ao UFC na hora de apostar em Anderson: confrontos com atletas de outras divisões. Dentro da nova cultura da empresa, que tem apostado em duelos deste tipo, a movimentação pode fazer sentido. Não é segredo para ninguém que o brasileiro já demonstrou interesse em duelar contra St-Pierre (naturalmente atleta dos meio-médios) e até mesmo com a estrela da companhia, Conor McGregor. Um possível duelo contra esses nomes poderia bater o recorde de vendas de pay-per-view, já que todos são conhecidos por despertarem bastante atenção entre os fãs de luta.

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UFC precisa combater a cultura do bullying. Mas isso não deve acontecer http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/10/09/ufc-precisa-combater-a-cultura-do-bullying-mas-isso-nao-deve-acontecer/ http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/10/09/ufc-precisa-combater-a-cultura-do-bullying-mas-isso-nao-deve-acontecer/#respond Tue, 09 Oct 2018 07:00:41 +0000 http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/?p=21531

Seguranças e policiais tiveram dificuldade para conter a briga generalizada no UFC 229 (Crédito: Reprodução)

Por Rodrigo Garcia

O duelo entre Khabib Nurmagomedov e Conor McGregor, que definiu o campeão peso leve do UFC, continua dando mais o que falar por conta da briga generalizada que ocorreu na T-Mobile Arena, após o fim do duelo, do que pelo que aconteceu durante os quatro rounds em si.

Contudo, a excelente performance de Khabib quase foi deixada de lado após as cenas lamentáveis que ocorreram em Las Vegas, que me lembraram aquelas que estamos acostumados a ver nos campos de futebol pelo Brasil.

Assim como abordado pelo colega Jorge Corrêa em seu post da última segunda-feira (08), a parcela de culpa do UFC neste episódio não pode ser minimizada. Só que, ao que tudo indica, o evento não mudará sua postura diante desta crise em sua imagem.

Ao invés de focar seus esforços no enorme potencial que existia no duelo, a organização adotou outra estratégia. Além do já conhecido “trash-talking” do irlandês, que atacou a religião, a nacionalidade e até mesmo o pai de Khabib, o UFC usou o vídeo do ataque de McGregor ao ônibus. Ou seja: foram usadas imagens de um crime, uma vez que o próprio irlandês admitiu culpa no episódio e cumpre pena determinada pela Justiça norte-americana, para aumentar o interesse do público no confronto.

Dana, quando questionado em entrevista à ESPN norte-americana sobre a questão, minimizou a relação entre os fatos: “O jeito que nós promovemos essa luta é exatamente a forma que as coisas se desenrolaram. Tudo isso faz parte da história (até este duelo).”

O episódio do ônibus também foi citado durante a coletiva de imprensa realizada após o UFC 229. Questionado se uma punição a McGregor teria amenizado o incômodo de Khabib e diminuído o clima tenso que estava se desenrolando para esse confronto, Dana preferiu se esquivar a, mais uma vez, bater de frente com seu atleta mais rentável.

“Nós não demos (nenhuma punição), então não sei (dizer se seria diferente), mas eu diria que não. Se a gente o suspendesse, isso não teria mudado o ódio entre essas equipes. Eles não dão a mínima pra isso, é muito maior que isso. Isso é briga de rua, não é o esporte, é completamente diferente. Isso talvez os irritasse mais, o Khabib queria lutar o mais rápido possível. Suspender o Conor poderia piorar isso.”

Ainda dentro deste contexto, Dana também mostra que não pretende mudar a forma que os lutadores têm utilizado para promover seus duelos. Para isso, ele usa como argumento o passado para defender que o episódio da madrugada de domingo (07) foi algo “casual”.

“Esta não é a primeira vez que dirão coisas ruins neste esporte. Nós não vamos dizer para ninguém o que eles podem ou não podem dizer. É como o esporte funciona. As pessoas dizem coisas absurdas no UFC há 18 anos e isso nunca aconteceu”, argumentou o executivo ainda na madrugada de domingo.

Khabib repudia bullying e quer mudar a “regra do jogo”

Khabib Nurmagomedov ataca trash-talking e promete “mudar o jogo” no UFC após confusão (Crédito: Reprodução/MMA Fighting)

Após todo o tumulto, Khabib abriu seu pronunciamento na coletiva de imprensa pedindo desculpas por suas atitudes. Porém, durante os cerca de três minutos que falou, foi enfático ao dizer que pretende “mudar a regra do jogo”.

“Eu sou humano e não entendo como as pessoas podem falar sobre eu pular do octógono, quando ele fala da minha religião, do meu país, do meu pai. Ele veio para o Brooklyn e quebrou um ônibus, quase matou pessoas. Por que não falam disso?”, questionou Khabib.

O atleta ainda fez questão de citar seu pai, que foi chamado de covarde por Conor durante uma “rodada de insultos” tradicional do irlandês: “meu pai me ensinou que devo sempre ser respeitoso. (…) Isso é um esporte de respeito. Não é trash-talking. Quero mudar este jogo. Não quero pessoas falando besteira sobre oponentes, sobre parentes, sobre religião. Você não pode falar de religião, de nação, isso para mim é muito importante.”

As palavras de Khabib sobre o impacto deste tipo de postura para promoção de lutas podem ser comprovadas dentro do UFC e na vida real. Rose Namajunas, campeã peso palha da organização que já havia sofrido com as intensas provocações de sua ex-rival, Joanna Jedrzejczyk, a ponto de ter desabafado sobre os comentários da rival ainda no octógono após sua vitória, estava no ônibus que foi atacado por Conor.

Segundo seu treinador, Trevor Wittman, a situação afetou sua atleta, que tem histórico de violência familiar, a ponto de ela ficar afastada por um tempo dos treinos mesmo que ela não tenha ficado ferida pelos estilhaços de vidro da janela que quebrou.

Além disso, há de se levar em conta o reflexo destas atitudes na esfera social. Como um evento esportivo, é importante que o UFC estimule o respeito entre os atletas, uma vez que o bullying e o discurso de ódio estão ganhando cada vez mais força fora do âmbito esportivo.

Atletas muitas vezes são vistos por crianças, e até por adultos, como modelos a serem seguidos. E posturas como essa podem agravar, e muito, um problema que já é corriqueiro em todo o mundo. No Brasil, o presidente Michel Temer sancionou em maio uma alteração na lei para acrescentar o combate ao bullying nas escolas, evidenciando a preocupação com a questão.

Segundo dados do relatório elaborado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), 150 milhões de estudantes entre 13 e 15 anos já foram vítimas de violência dentro ou fora do ambiente escolar. Ainda dentro deste recorte, pouco mais de um em cada três alunos já foi vítima de bullying no colégio, sendo que esta mesma proporção esteve envolvida em brigas corporais. Como registro, vale destacar que meninos e meninas têm a mesma chance de sofrer bullying, mas as meninas são mais propensas a serem vítimas de ofensas psicológicas, enquanto meninos sofrem violência física e ameaças.

Ainda segundo o estudo, as redes sociais complicam ainda mais o resultado de práticas como essa por conta da disseminação de conteúdo violento, ofensivo e humilhante. Se isso impacta dentro de redes sociais, imagine sendo transmitido ao vivo para todo o mundo e com ampla divulgação.

De acordo com o site norte-americano MMA Fighting, o UFC arrecadou US$ 17,2 milhões apenas com a bilheteria do evento, que ainda pode ser confirmado como o maior em número de vendas de pay-per-view na história da organização. Se parte da imprensa e do público repudia a forma que as lutas vêm sendo divulgadas, Dana White deve estar sorrindo de alegria com os resultados. Mesmo que eles tenham causado danos à imagem da empresa e do esporte.

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UFC é o grande culpado por vexame histórico com briga de Khabib e McGregor http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/10/08/ufc-e-o-grande-culpado-por-vexame-historico-com-briga-de-khabib-e-mcgregor/ http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/10/08/ufc-e-o-grande-culpado-por-vexame-historico-com-briga-de-khabib-e-mcgregor/#respond Mon, 08 Oct 2018 07:00:20 +0000 http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/?p=21526

(Foto: Stephen R. Sylvanie/USA TODAY Sports)

Faz alguns anos que deixei a cobertura e a atenção diária ao MMA e ao UFC. Ossos do ofício, a carreira e a vida de pai me levaram a outros caminhos. Mas nunca deixei de gostar das lutas e algumas delas ainda me fazem perder preciosas horas de sono. A do último sábado, entre Khabib Nurmagomedov e Conor McGregor era uma delas. Estava ansioso para ver como o queridinho do Ultimate se sairia contra aquele que julgo o mais duro lutador que já passou pelo evento.

E aconteceu o que eu imaginava: um passeio do russo, que deu uma surra que o irlandês nunca mais vai esquecer. Khabib bateu em pé, no chão, derrubou, deu knockdown e finalizou. Passou como quis. Mas o que aconteceu instantes depois foi o maior vexame da história do UFC, que está completando 25 anos em novembro. Uma briga generalizada que tomou as cadeiras próximas e voltou para dentro do octógono, como todos os lados envolvidos.

É uma situação em que não há desculpa e nem explicação. Todos estão errados. Nurmagomedov errou em deixar o octógono para ir bater em um companheiro de time de Conor, que por sua vez errou ao ultrapassar todos os limites da provocação, o que tirou o russo do prumo. Mas o principal culpado por tudo que aconteceu é o próprio UFC.

Dana White e seus pares nunca deram qualquer tipo de limite para o trash talk praticado por seus atletas. Mais que isso, sempre alimentou as rixas entre atletas. Mas com McGregor, a passada de pano extrapolou todos os limites. O ex-campeão dos penas e dos leves chegou invadir um estacionamento para arremessar uma grade contra o ônibus que estava o time de Khabib. Depois, começou a provocá-lo usando a religião muçulmana de Nurmagomedov.

Era claro que em algum momento essa falta de limites renderia um problema maior. Se não fosse entre eles, seria com outros. Nem todas as pessoas são obrigadas a responder provocações que vão para o lado pessoal com parcimônia. Russo da república do Daguestão, Khabib é um atleta sério, disciplinado, com princípios, religioso e –principalmente—russo, que até entrou no jogo do trash talk, mas sempre ficando no lado esportivo.

As provocações sempre existiram. Chael Sonnen foi um mestre nisso. Quem não se lembra do que ele falava de Anderson Silva? O problema é que, pelo fato de Conor ser a única galinha dos ovos de ouro do UFC com a ausência nomes como GSP, Jon Jones ou Ronda Rousey, ele basicamente sempre fez o que quis e nunca sofreu nenhuma reprimenda real. Todas as críticas e pitis de Dana White contra o irlandês parecem, mais que do que nunca, jogos de cena.

O UFC já vinha flertando com esse tipo de mise-em-scène típico do WWE, mas depois que a companhia foi comprada pela gigante IMG, o processo de telecatchzação se acelerou. Provocar parece que ficou mais importante do que vencer bem. Mas quando não é TUDO encenado, como na outra liga, estava claro que uma hora ia degringolar. Nem todo mundo sabe, ou é obrigado, a atuar o tempo todo no mundo do MMA. A não ser que esteja em contrato. Mas não está…

Com o esporte consolidado, dificilmente o que aconteceu no último fim de semana vai fazer o UFC perder fãs, mas não dá para negar que vai ficar uma mancha por muito tempo. Muito terá de ser explicado, desculpado, investigado, respondido e aprendido. Que essa vergonha não seja utilizada para fazer vídeos promocionais de uma possível revanche entre Conor e Khabib.

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Indisponibilidade de campeões cria problemão para Dana resolver no UFC http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/10/01/indisponibilidade-de-campeoes-cria-problemao-para-dana-resolver-no-ufc/ http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/10/01/indisponibilidade-de-campeoes-cria-problemao-para-dana-resolver-no-ufc/#respond Mon, 01 Oct 2018 15:25:29 +0000 http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/?p=21520

Dana White está com dificuldade para encontrar uma luta principal para o UFC 230

Por Rodrigo Garcia

O UFC 230, que acontecerá em Nova York, em 3 de novembro, está se tornando uma baita dor de cabeça para a organização. Por ser um card numerado, o evento, que será realizado no lendário Madison Square Garden, deveria ter uma disputa de cinturão como atração principal da noite. E é justamente essa exigência que está tirando o sono de Dana White e seus colegas.

O plano inicial da organização era que Tyron Woodley unificasse o cinturão dos meio-médios contra o falastrão Colby Covington. Contudo, uma lesão na mão, que precisará ser corrigida em uma cirurgia, fez com que o campeão linear da divisão ficasse indisponível.

Assim como Woodley, quase todos os outros campeões do UFC também estão fora de combate por lesões ou por terem outras lutas programadas. Principal estrela da organização e nome ideal para alavancar o evento, Conor McGregor voltará à organização em 6 de outubro após longo período afastado para realizar a aguardada disputa de título contra Khabib Nurmagomedov na divisão dos leves.

Daniel Cormier, campeão dos meio-pesados e dos pesados, está com a mão lesionada e tem confronto encaminhado com Brock Lesnar para o início de 2019, quando deverá defender o título da divisão com maior tolerância de peso.

Robert Whittaker, campeão dos médios, afastou a possibilidade de voltar ao octógono em 2018. O lutador será treinador da 28ª edição do reality “The Ultimate Fighter” e, ao final, colocará seu título em jogo contra Kelvim Gastelum, em duelo que deve acontecer apenas em 2019.

Max Holloway, dono do título dos penas, ainda não retomou completamente a rotina de treinos desde que precisou deixar a disputa contra Brian Ortega por ter sentido sintomas semelhantes aos causados por uma concussão. A expectativa é que os lutadores se enfrentem no UFC 231, em dezembro, no Canadá.

Entre as mulheres, o cenário não é muito diferente. Campeã dos penas, Cris Cyborg fará a superluta contra a campeã do peso galo, Amanda Nunes, no UFC 232, que acontecerá em 29 de dezembro, em Las Vegas.

A divisão mosca feminina não tem campeã desde que Nicco Montaño passou mal às vésperas da disputa de título contra a ucraniana Valentina Shevchenko. Como Dana White ficou extremamente incomodado com a situação, ele optou por retirar o título de Nicco e agendou um interessante duelo entre Valentina e a ex-campeã do peso mosca, Joanna Jedrzejczyk, para o UFC 231.

Por fim, Rose Namajunas, que detém o título do peso mosca, não tem previsão de voltar ao octógono antes do fim de 2018. Em entrevista ao jornalista norte-americano Ariel Helwani no último mês, o técnico de Namajunas, Trevor Wittman, explicou que a lutadora ainda está abalada por conta do polêmico ataque de Conor McGregor ao ônibus que levava atletas do UFC após um evento da organização. Por ter um histórico de violência doméstica, a atleta ainda sofre com as consequências psicológicas do ocorrido.

O que sobrou para o UFC

Com o cenário citado acima, a organização não tem muitas opções para resolver seu problema. E as opções cogitadas evidenciam isso.

TJ Dillashaw, campeão dos galos, e Henry Cejudo, campeão dos moscas, são as duas opções mais interessantes para salvar o evento. Ambos já chegaram a se desafiar por meio da imprensa e o duelo entre eles é uma possibilidade cogitada dentro da organização. Porém, dois fatores pesam contra o duelo: ambos são atletas que não atraem tanto interesse do público na hora de vender pacotes de pay-per-view e o tempo para promover a possível luta é curto, o que poderia derrubar a audiência do card que será realizado em um dos templos do esporte.

Outras duas opções para resolver o problema poderiam vir direto do card problemático. Na última quarta-feira (26), Nate Diaz e Dustin Poirier afirmaram que a luta entre eles seria promovida para evento principal da noite, em duelo que inauguraria uma nova divisão de peso no UFC, até 75 quilos, e decretaria o primeiro campeão da categoria. Contudo, logo foram desmentidos por Dana White.

Os ex-campeões dos médios do UFC, Luke Rockhold e Chris Weidman, também estão escalados para o evento, mas dificilmente a organização aceitaria criar um título interino nesta divisão, uma vez que o campeão linear, Robert Whittaker, não está machucado e já tem luta agendada contra Gastelum.

Por fim, o jornalista Ariel Helwani, da ESPN norte-americana, noticiou, também na última quarta-feira (26), que o UFC estuda escalar Yoel Romero, ex-desafiante ao título dos médios, para encarar Alexander Gustafsson, ex-desafiante ao título dos meio-pesados, pelo cinturão interino ou linear da divisão até 93 quilos. Como Cormier detém dois títulos, a tendência é que a organização o pressione a abrir mão de um deles, assim como aconteceu com Conor McGregor.

Em meio a tantas questões indefinidas, existe apenas uma certeza: Dana White e seus colegas terão que quebrar a cabeça para entregar um bom espetáculo ao público e evitarem que o show se torne um dos piores cards numerados dos últimos tempos.

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Jéssica Bate Estaca pode garantir disputa de título se derrotar polonesa http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/09/07/jessica-bate-estaca-pode-garantir-disputa-de-titulo-se-derrotar-polonesa/ http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/09/07/jessica-bate-estaca-pode-garantir-disputa-de-titulo-se-derrotar-polonesa/#respond Fri, 07 Sep 2018 07:00:43 +0000 http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/?p=21513

Jéssica Bate Estaca tem oportunidade de garantir uma disputa de cinturão contra Rose Namajunas (Crédito: Stephen M. Dowell/Orlando Sentinel via AP)

Por Rodrigo Garcia

O UFC 228, que acontece neste sábado (08), em Dallas (EUA), terá a disputa de cinturão entre Tyron Woodley X Darren Till como atração principal da noite após a luta entre Nicco Montaño e Valentina Shevchenko, pelo título do peso-mosca feminino, ser cancelada por problemas de saúde da atual campeã. E se os cinturões estavam em foco para estes atletas, ele também está na mira de outra lutadora que se apresentará nesta noite: a brasileira Jéssica Bate-Estaca.

Escalada para enfrentar a polonesa Karolina Kowalciewicz na sexta luta da noite, a atleta de 26 anos terá a chance de se colocar cada vez mais perto do título da organização caso conquiste uma vitória. Só que Jéssica não terá vida fácil diante da rival, que também aposta em um triunfo para sonhar com a chance de desafiar Rose Namajunas, a atual campeã da divisão.

Desde a fatídica madrugada de 5 de novembro, quando a norte-americana chocou o mundo ao destronar a então rainha da divisão, Joanna Jedrzejczyk, as outras lutadoras do peso sonham com a oportunidade de desafiar Namajunas. Dana White, entretanto, concedeu a justa revanche para a ex-campeã, que havia defendido seu posto com sucesso em cinco oportunidades. Com a nova derrota, a divisão finalmente ficou livre para andar.

Lutadoras como Jéssica, Karolina e Claudia Gadelha, que já haviam perdido disputas de cinturão contra Joanna, foram se recolocando próximas ao topo enquanto o reinado da polonesa ia chegando ao fim. Agora, chegou a hora de colher os frutos.

Joanna, primeira colocada do ranking, não terá outra oportunidade de lutar pelo título tão cedo enquanto Namajunas for campeã. O que nos leva a Jéssica, segunda colocada, e Karolina, que ocupa a quarta colocação. Ambas chegam ao confronto embaladas por duas vitórias e, ao que tudo indica, foram as escolhidas da organização para definir quem terá a chance de desafiar a norte-americana.

Claudia Gadelha, terceira colocada do ranking, tem uma vitória a menos que as colegas de divisão desde seu último revés – justamente contra Jéssica -, mas também surge como uma opção interessante para a divisão. Escalada na última quarta-feira (05) para encarar Nina Ansaroff no UFC 231, que acontecerá em 8 de dezembro, ela poderá ser alçada ao posto de desafiante dependendo do resultado do confronto entre Jéssica e Karolina.

O que há de mais incerto nesta equação é saber como ficará a situação da atual campeã da divisão. Em entrevista ao jornalista norte-americano Ariel Helwani na última quarta-feira (05), o técnico de Namajunas, Trevor Wittman, explicou que a lutadora ainda está abalada por conta do polêmico ataque de Conor McGregor ao ônibus que levava atletas do UFC após um evento da organização. Por ter um histórico de violência doméstica, a atleta ainda sofre com as consequências psicológicas do ocorrido.

Sem nenhuma relação com situação, Jéssica Bate Estaca precisa fazer prevalecer sua mão pesada contra Karolina para que ela possa ser oficializada como a próxima a disputar o cinturão, seja ele o linear ou interino.

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Campeã do UFC Amanda Nunes pede namorada em casamento: “Ela disse sim” http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/08/18/campea-do-ufc-amanda-nunes-pede-namorada-em-casamento-ela-disse-sim/ http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/08/18/campea-do-ufc-amanda-nunes-pede-namorada-em-casamento-ela-disse-sim/#respond Sat, 18 Aug 2018 21:37:19 +0000 http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/?p=21508

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— Amanda Nunes (@Amanda_Leoa) 18 de agosto de 2018

Acostumada a se destacar no octógono, Amanda Nunes está a poucos passos de subir em outro palco: o altar. Em postagem no Twitter, neste sábado (18), a campeã peso galo do UFC exibiu uma aliança de noivado e anunciou que irá se casar com a norte-americana Nina Ansaroff, também lutadora.

“Ela disse sim”, escreveu a brasileira, que recebeu votos de parabéns de centenas de seguidores na rede social. Elas namoram há mais de cinco anos.

Amanda aguarda a confirmação do Ultimate para ser anunciada como a atração principal do UFC 232, em dezembro, em aguardado combate contra Cris Cyborg.

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Fora de casa, Brasil tem noite para rever esperança em nova geração no UFC http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/08/06/fora-de-casa-brasil-tem-noite-para-rever-esperanca-em-nova-geracao-no-ufc/ http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/2018/08/06/fora-de-casa-brasil-tem-noite-para-rever-esperanca-em-nova-geracao-no-ufc/#respond Mon, 06 Aug 2018 07:00:17 +0000 http://nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/?p=21495

Ricardo “Carcacinha” comemora vitória com a bandeira do Brasil (foto: Dan Wainer/ Ag Fight)

As cinco vitórias brasileiras no UFC 227, nas primeiras horas de 4 de agosto, em Los Angeles, deram ao país um sopro de esperança e renovação no esporte. Na madrugada de sábado para domingo, uma nova geração de lutadores derrubou uma marca que vigorava desde fevereiro de 2017.

Renato Moicano e Thiago Marreta superaram no card principal Cub Swanson e Kevin Holland, respectivamente, enquanto Pedro Munhoz, Ricardo “Carcacinha” e Sheymon Moraes venceram no preliminar. Ainda há uma menção honrosa para Polyana Viana, que foi batida pela americana JJ Aldrich no card principal.

É louvável o fato de que esta geração atual é relativamente jovem, não há um “medalhão” que destoa dos demais – dentre os seis que lutaram neste sábado, Marreta tem o maior cartel no MMA, com 18 vitórias e 6 derrotas. Todos os outros fizeram menos de 20 lutas até o momento.

Seis brasileiros lutaram em Los Angeles, e, por pouco, não foram sete. O embate entre Bethe Correia e Irene Aldana, no peso-galo feminino, foi cancelado. A brasileira não foi aprovada pela comissão por ter passado por cirurgia recente no olho esquerdo.

Lutando fora de casa, o Brasil não tinha tantas vitórias em um evento de grande porte desde o UFC 208, em 11 de fevereiro de 2017, que teve triunfos dos já experientes Anderson Silva, Glover Teixeira e Ronaldo Jacaré. Além deles, que fizeram as principais lutas daquela noite, Wilson Reis venceu no card preliminar.

É importante destacar que embora os brasileiros tenham ido bem nos eventos 224 e 212, com 9 e 8 triunfos em cada, estas edições do UFC foram realizadas no Rio de Janeiro e, portanto, não entram na lista de melhores desempenhos fora do Brasil, como 227 e 208.

Com apenas duas lutadoras atualmente como detentoras de um cinturão, Cris Cyborg (peso pena) e Amanda Nunes (peso galo), e nenhum lutador dominando uma categoria no masculino, o país vive um momento de crise no principal evento de artes marciais do mundo.

Por algumas vezes, nos últimos dois anos, o país saiu sem nenhuma vitória de alguns eventos do UFC, algo inimaginável há algum tempo, e vê seus principais ídolos em um passado recente, como José Aldo, Junior Cigano, Anderson Silva, Fabrício Werdum, entre outros, sofrendo para conseguir se estabelecer novamente na categoria.

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