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Adiamento ajuda Lyoto Machida
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Jorge Corrêa

Lyoto Machida

Lyoto Machida

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“O UFC me informou que a luta para disputa do cinturão dos médios foi adiada para o dia 5 de julho deste ano, em Las Vegas, devido à lesão no joelho do Chris Weidman. Nós, lutadores, podemos sofrer vários tipos de lesões durante os treinos. O que aconteceu com Weidman foi uma fatalidade e espero que se recupere logo para que possamos realizar esta luta. Com o adiamento, eu e meus técnicos vamos reavaliar o plano de treinos para adequá-lo à nova data e assim conseguirmos o melhor resultado, que é a conquista do título”.

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Em um comunicado divulgado por sua assessoria de imprensa, Lyoto Machida lamentou a lesão de Chris Weidman, que adiou a disputa do cinturão dos médios. Os dois deixam de se enfrentar em 24 de maio para fazerem a luta principal do UFC 175, em 5 de julho, depois de o campeão passar por pequenas cirurgias nos dois joelhos.

Apesar de ver uma “fatalidade” na contusão do norte-americano, o brasileiro é o grande favorecido com esse adiamento em mais de 40 dias. A matemática é simples. Ele terá esse tempo a mais para se recuperar completamente da lesão que sofreu no pé em sua vitória sobre Gegard Mousasi em Jaraguá do Sul, em fevereiro. Já Weidman terá bem menos tempo para fazer um treinamento completo após se recuperar.

Sinceramente não duvido nada que essa luta seja adiada novamente, caso a recuperação do dono do cinturão seja dentro do previsto. Mas, na atual conjuntura, Lyoto diminuiu – para mim, consideravelmente – o favoritismo de Chris.


A tática de Lyoto contra Weidman
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Jorge Corrêa

Lyoto Machida

Lyoto Machida

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“Já lutei com muitos wrestlers antes e sei que o Weidman é bom nisso. Mas estou confiante no trabalho que será feito por minha equipe e como vou me desenvolver. Eu acredito no meu jogo de trocação contra o wrestling dele. Chris é muito completo em todos os aspectos, mas estou confiante no que tenho de fazer.”

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Perto de voltar aos treinos e em fase final de recuperação da lesão que sofreu no pé na luta contra Gegard Mousasi no UFC em Jaraguá do Sul, Lyoto Machida conversou com amigo Guilherme Cruz, do site MMA Fighting. Agora, ele já está pensando na estratégia que ele usará contra Chris Weidman, no UFC 173, quando disputará o cinturão dos médios.

Ele tem razão quando diz que já enfrentou muitos wrestlers e que tem o antidoto para eles. Mas nem sempre funcionou. Machida precisa recuperar sua atuação contra Ryan Bader, quando contra-atacou no momento certo e nocauteou. Já contra Phil Davis, entrou menos no raio de ataque do rival e acabou perdendo por pontos por conta das quedas que sofreu.

Lyoto ainda explicou que não se importa com o fato de o atual campeão dos médios ser apontado como amplo favorito para a luta em maio nas bolsas de apostas.

“Não me preocupo com essas coisas. Estou em estágio em minha carreira que me preocupo mais em estar focado do que ver em quem as pessoas estão apostando ou em como o Weidman está treinando. Com a experiência que eu tenho, fico muito confortável nessas situações.


Lyoto Machida, o assassino de aluguel
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Jorge Corrêa

Lyoto Machida

Lyoto Machida

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“Ele realmente fez isso. Eu me senti como um assassino de aluguel indo pegar o dinheiro com o chefe (risos). Não vou te dizer quanto ele me pagou, mas foi um bom dinheiro. Dana me disse que dominei toda a luta e sair de um triângulo que Tito me pegou no começo do combate. Ele disse ‘cacete, não acredito!’, mas então consegui sai. Ele foi à loucura. Então acho que me deu o bônus pelo susto que tomou com aquele triângulo (risos).”

Recentemente Dana White contou uma passagem curiosa sobre seu histórico duelo contra Tito Ortiz, que foi de amigo empresariado a desafeto declarado. Ele revelou que pagou um bônus extra a Lyoto Machida por ele ter vencido o norte-americano UFC 84, em 2008, história que foi confirmada acima pelo brasileiro ao site MMA Fighting.

Para se ter uma ideia de o quanto Dana White queria a derrota de Tito Ortiz, o presidente do Ultimate pagou do próprio bolso esse cheque. Os bônus oficiais daquela noite foram para Wilson Gouveia e Goran Reljic (luta da noite), Wanderlei Silva (nocaute da noite contra Keith Jardine) e Rousimar “Toquinho” Palhares (finalização da noite contra Ivan Salaverry).

Aquela luta não foi importante para Lyoto Machida apenas pelo dinheiro extra que recebeu, mas foi ela que fez com que os holofotes do UFC voltassem para ele, ainda mais depois vencer um ex-campeão histórico. Apenas duas lutas depois ele já estava disputava e conquistava o cinturão dos meio-pesados contra Rashad Evans.


Lyoto com a vacina antifrustração em dia
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Jorge Corrêa

Lyoto Machida

Lyoto Machida

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Dana White já tinha avisado: Se Lyoto vencesse Mousasi em Jaraguá do Sul, seria o próximo na fila pelo cinturão dos médios do UFC. Mas se tem alguém que sabe que uma promessa como essa não necessariamente é dívida, essa pessoa é Machida. Até por isso, ele está bem vacinado.

Conversei com o novo top dos pesos médios do Ultimate e ele está bem tranquilo com a chance de disputar um novo título do evento. Ex-campeão dos meio-pesados, sabe o tamanho da frustração de esperar um title shot que não vem. O presidente já lhe prometeu, por duas vezes, uma revanche contra Jon Jones, o que nunca aconteceu. A ideia foi enterrada com a derrota para Phil Davis.

Foi isso que Lyoto deixou claro nesse papo: dessa vez vai aguardar sem criar expectativas. Ele ainda falou sobre sua adaptação aos pesos médios, a expectativa para o combate que pode definir seu rival em uma disputa de cinturão e o que acha do uso do polêmico TRT.

Alguém do UFC, Dana White ou Lorenzo Fertitta, já te ligou, falou com você ou com seus empresários, para confirmar a disputa de cinturão? Até agora nada é oficial, não estou sabendo de nada. Não sei se está de pé. Mesmo assim, não estou preocupado com isso. O importante é participar bem das lutas e depois esperar.

Mas você acha que a promessa pode não ser cumprida? Eu aprendi muito com o que aconteceu comigo, por isso não vou ficar esperando a chance de lutar pelo título. Claro que eu quero, pode vir um pouco depois, é uma questão de tempo, por isso não vou ficar criando expectativa.

Ficou para você a lição do tempo que você ficou esperando a revanche contra Jon Jones e ela nunca aconteceu? Foi uma expectativa que eu mesmo criei, mas hoje eu sei como funciona o evento, é tudo muito profissional, depende do rendimento dos atletas no momento, de performance em vendas de pay-per-view. Eu tenho apenas de esperar.

Em que isso pode te ajudar agora? Naquela época achei que poderia acontecer e acabei de frustrando. Mas agora conta muito esse lado da experiência do que passei. Nem sempre o que eu quero vai acontecer.

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Foi mais fácil essa segunda luta como peso médio? Já está completamente adaptado? Estou me sentindo bem, não sou um cara que sofre cortando peso, no dia da luta estou com quase 90kg. Em relação a parte técnica e física, estou me sentindo igual, não estou mais fraco que meus rivais, com uma velocidade boa.

Qual é seu prognóstico para Chris Weidman x Vitor Belfort? Acho que é um confronto duro para os dois, qualquer um pode levar. Acho que no início da luta o Vitor tem mais chance, mas por outro lado, o Weidman compensa na resistência. É um cara jovem e com muita consciência.

O que você acha do TRT? Se precisasse, você faria uso? Eu acho que é justo se estiver dentro da regra, cada um tem suas razões, físicas, técnicas ou pessoais. Se ele está realmente nessa situação, não tem problema. Eu usaria. Se estivesse dentro da regra e para igualar a condição dos outros, não teria problema nenhum. As pessoas falam muita coisa, mas ele faz tudo certo.


O xadrez na vitória de Lyoto
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Jorge Corrêa

UFC Jaraguá 2

UFC Jaraguá 2

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Tenho certeza que nem o mais fervoroso fã de Lyoto Machida esperava, no último sábado, em Jaraguá do Sul, uma atuação empolgante, de encher os olhos, algo como ele fez contra Rashad Evans ou Mark Muñoz. O motivo é simples: seu rival, Gegard Mousasi, era muito perigoso para uma atuação muito aberta.

O que tivemos foi o Machida da maior parte de seus combates, muito tático, esperando o momento certo de atacar, entrando e saindo com muita velocidade e apenas com golpes certeiros. O problema é que Mousasi tem um estilo bem parecido, apesar de vindo do kickboxing e não do caratê, como o brasileiro.

O resultado desse encontro foi um verdadeiro xadrez dentro do octógono, em que Lyoto esteve bem mais perto do xeque-mate que Mousasi. Não houve nenhuma grande polêmica em relação à vitória por pontos, em decisão unânime dos juízes. Ninguém reclamou quando foi anunciado que dois árbitros de cadeira deram 5 a 0 para o brasileiro e outro deu 4 a 1.

Só que entra um ponto curioso desse tipo de combate muito estudado: os números não traduzem o resultado. Nas estatísticas oficiais do UFC, Machida dominou em apenas um quesito, controle na luta de solo (2min59 x 1min46). Mousasi ficou à frente em total de golpes acertados (45 a 35) e em golpes significativos (41 a 33). Ambos conseguiram uma queda.

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Mas então como que o brasileiro venceu sem discussão? É onde entra a técnica de Lyoto. Seus golpes impressionam mais, atingem seus rivais com mais contundência do que os que ele leva. Por exemplo, atingiu pelo menos três fortes chutes na cabeça do adversário. Suas sequências são mais velozes e mais efetivas. Apesar de atingido mais, o brasileiro balançou uma única vez.

O grande problema é que esse tipo de atuação também já complicou Machida, como contra Rampage ou Phil Davis. Ele depende de os juízes de cadeira terem uma boa percepção de seus movimentos. Não seria uma loucura completa se dois dos três árbitros desses 3 a 2 para Gegard. Seria polêmico, mas não maluco.

Para uma futura disputa de cinturão dos médios, como lhe foi prometido por Dana White, Lyoto Machida precisaria buscar ainda mais o nocaute ou a finalização. Ou, no mínimo, atacar e andar para frente por [muito] mais tempo. Sabemos que em uma disputa de cinturão, a balança sempre pende para o campeão e, sob qualquer dúvida, o título não muda de mãos.


Lyoto e Jacaré, cinturão e lesões
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Jorge Corrêa

Lyoto Machida

Lyoto Machida

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Esqueça o passado recente em que Anderson Silva sofria para encontrar desafiantes a sua altura para disputar o cinturão. A categoria dos médios do UFC está mais quente do que nunca e foi exatamente isso que o evento em Jaraguá do Sul mostrou no últimos sábado.

Com boas vitórias em lutas muitos duras sobre Gegard Mousasi e Francis Carmont, Lyoto Machida e Ronaldo Jacaré se colocaram de vez bem à frente na fila para concorrer ao título que atualmente está nas mãos de Chris Weidman. No momento, Machida é quem tem as melhores chances, mas não será fácil.

O próprio afirmou que já pensa no vencedor do combate entre o campeão e Vitor Belfort, em maio, mas tem outros problemas para se preocupar, como uma lesão que sofreu no pé esquerdo. “Meu pé está inchado, está difícil de andar. Não sei se quebrou ou não, ainda preciso fazer um raio-x para saber. Está doendo.”

“Mesmo assim, já estou pensando na disputa de cinturão”, disse Lyoto, lembrando da promessa de Dana White. “Já estou focado nessa luta, mas isso depende do UFC. Eles têm grandes lutadores, como o próprio Jacaré. A decisão será deles, então estou esperando nesse momento.”

Claro que a promessa do presidente faz toda a diferença, mas não é garantia de que a disputa de cinturão virá. Machida sabe bem disso depois de esperar tanto por uma revanche contra Jon Jones. A questão é que essa lesão pode atrapalhá-lo e jogá-lo para um confronto contra o próprio Jacaré.

“Eu lutaria contra o Lyoto, sim. Não quero, não gostaria, mas se o UFC marcar, lutaríamos porque somos profissionais”, disse Ronaldo, seguido por Machida. “Foi como Jacaré falou, eu também não quero, mas se botarem, vamos ter de nos enfrentar. Ele já provou que também tem como disputar o cinturão.

Mas Jacaré é outro que precisa se recuperar de uma lesão. Logo após ser anunciada sua vitória, ele revelou se sofreu uma contusão e tinha fragmentos de osso no braço, o que quase o tirou do combate. Agora, ele terá de passar por uma artroscopia no local e ficará pelo menos um mês e meio parado.


Lyoto perto de nova disputa de cinturão
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Jorge Corrêa

Lyoto Machida

Lyoto Machida

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“Primeiro vamos ter a luta Weidman x Belfort. Mas, sim, se Lyoto Machida vencer, ele provavelmente será o próximo a conseguir uma disputa de cinturão [dos médios do UFC].”

Foi assim, simples e direto, que Dana White explicou a situação do brasileiro antes de fazer sua segunda luta em sua nova categoria. Ele vai enfrentar armênio naturalizado holandês Gegard Mousasi na luta principal do UFC em Jaraguá do Sul (SC), no próximo dia 15 de fevereiro.

Depois de atuações frustrantes na reta final de sua passagem pelos meio-pesados, categoria que foi campeão do Ultimate, Machida teve uma grande atuação em sua estreia como peso médio, quando nocauteou Mark Muñoz na Inglaterra no final do ano passado.

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  • http://esporte.uol.com.br/enquetes/2013/11/29/quem-vai-vencer-a-luta-principal-do-ufc-jaragua-do-sul.js

Dana White pode estar corrigindo um erro dos últimos anos ao colocar Lyoto tão bem na fila de seu novo peso. Ele está, por exemplo, furando a fila de Ronaldo Jacaré, que já tem duas vitórias consistentes desde que chegou ao UFC e também luta em Jaraguá do Sul contra o francês Francis Carmont.

Durante quase um ano, o presidente do UFC ficou dizendo que Machida merecia uma revanche contra o campeão dos meio-pesados Jon Jones, mas foi postergando esse combate até que o brasileiro perdeu de maneira polêmica para Phil Davis no UFC Rio 4 no ano passado. Assim, encerraram suas chances de ter um novo title shot.

Essa pode ser mais uma grande motivação para Lyoto Machida ter uma nova atuação empolgante, o que não acontecia há muito tempo até seu chute alto sobre Muñoz. Se bater Mousasi, o campeão Chris Weidman e Vitor Belfort, que se enfrentam no UFC 173 em 24 de maio, já podem ficar de olho no Dragão.


Belfort e Aldo salvam Brasil em 2013
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UOL Esporte

A derrota de Anderson Silva com uma fratura na tíbia no último sábado, disputando o cinturão dos médios contra Chris Weidman no UFC 168, foi apenas o último capítulo ao ano que beirou o trágico para o Brasil no evento.

Incluindo o próprio ex-campeão dos médios, pelo menos sete importantes nomes do país no maior evento de MMA do mundo estiveram em situações ruins ou buscam se reafirmar após um grande tropeço na temporada 2013. Apenas Vitor Belfort, José Aldo e Renan Barão tiveram só histórias boas para contar.

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  • http://esporte.uol.com.br/enquetes/2013/12/31/qual-lutador-se-deu-pior-entre-os-brasileiros-em-2014.js

Além da grave lesão que sofreu contra o norte-americano, Anderson já tinha perdido em 2013 o cinturão da categoria, que foi seu por quase sete anos.

Quem também pode esquecer o ano é Junior Cigano. Depois de ter levado uma surra de Cain Velasquez no final de 2012, quando perdeu o título dos pesos pesados, até se recuperou um pouco ao nocautear Mark Hunt em maio, mas em outubro apanhou feio mais uma vez, do campeão da categoria.

Ainda entre os pesos pesados, Antonio Pezão foi outro que levou uma coça de Velasquez e terminou a temporada sendo flagrado no antidoping por elevado nível de testosterona em seu épico empate contra Mark Hunt. Já seu mestre Rodrigo Minotauro foi derrotado por Fabrício Werdum e ainda teve o braço fraturado, sem previsão de volta ao octógono.

Lyoto Machida e Maurício Shogun parecem que, vejam só, correram em histórias paralelas – o segundo com um tropeço maior. Faltando uma luta para voltar a disputar o cinturão dos meio-pesados, Lyoto acabou derrotado por Phil Davis em decisão por pontos polêmica no UFC Rio 4. Ele achou um novo caminho entre os pesos médios com um belo nocaute sobre Mark Muñoz.

Em 2013, Shogun teve uma das derrotas mais vexatórias de sua carreira quando foi finalizado com uma guilhotina pelo falastrão americano Chael Sonnen. Com sério risco de ser demitido, conseguiu dar um suspiro dentro do UFC com uma boa atuação e um grande nocaute sobre James Te-Huna.

Mas agora vamos ao lado bom da história. Vitor Belfort foi o grande nome do Brasil na temporada. Fechou 2013 com três vitórias com nocautes avassaladores sobre Michael Bisping, Luke Rockhold e Dan Henderson, todos com chutes, e será o próximo desafiante pelo cinturão dos médios contra Chris Weidman.

José Aldo também termina o ano bem, com duas boas defesas de cinturão, contra Frankie Edgar e o Zumbi Coreano. Seu amigo e parceiro de time na Nova União Renan Barão fez o mesmo. Finalizou Michael McDonald e nocauteou Eddie Wineland para manter o título interino peso galo.

Sangue, suor e… ‘porrada’

Sangue, suor e… ‘porrada’

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Lyoto faz luta principal do UFC Jaraguá do Sul contra Mousasi em fevereiro
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Jorge Corrêa

Apenas uma semana depois de ter fazer uma estreia arrasadora como peso médio no UFC, quando nocauteou seu amigo Mark Muñoz com um chute alto em Manchester, Lyoto Machida já tem confirmada sua segunda luta em sua nova categoria. E será em casa. Ele fará o combate principal do UFC em Jaraguá do Sul, no dia 8 de fevereiro, contra Gegard Mousasi.

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A informação dessa luta foi publicada primeiramente pelo Combate.com e confirmada pouco depois pelo próprio Ultimate.

Iraniano radicado na Holanda, Mousasi é ex-campeão dos meio-pesados do Strikeforce e ex-campeão dos médios do Dream. Depois de estrear no UFC na Suécia, em abril desse ano, sofreu uma lesão no joelho e ainda está se recuperando. Ele mesmo pediu para enfrentar Lyoto Machida para fazer sua primeira luta como peso médio no Ultimate.

Já o brasileiro reagiu muito bem a essa descida de peso e parece ter se reencontrado na categoria após os altos e baixos que enfrentou desde que perdeu o cinturão dos meio-pesados. Além de ter essa nova luta marcada, ele também renovou seu contrato com o UFC. Na última sexta-feira ele postou uma foto ao lado do dono Lorenzo Fertitta assinando seu novo compromisso de mais oito lutas.

Agora vamos falar um pouco de Jaraguá do Sul. A cidade no interior de Santa Catarina volta a receber um evento do Ultimate menos de um ano depois do primeiro. Em maio deste ano, o simpático município viu o nocaute de Vitor Belfort sobre Luke Rockhold com um belo chute rodado, além da estreia de Ronaldo Jacaré com a finalização sobre Chris Camozzi.