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Belfort ignora provocações e usa “filosofia bélica” contra Weidman
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Maurício Dehò

A espera de Vitor Belfort parece interminável. O último combate do veterano que completa 38 anos exatamente nesta quarta-feira foi em novembro de 2013, mas agora são menos de dois meses para que, enfim, ele se encontre com Chris Weidman e tente tomar do norte-americano o cinturão dos médios do UFC. Numa trajetória única, o carioca pode ser o primeiro lutador com títulos em três pesos na organização*. E tem mais, ele quer uma conquista dupla no UFC 187, com seu companheiro de treinos Anthony Johnson sendo campeão sobre Jon Jones na mesma noite.

O clima entre Belfort e Weidman é quente, principalmente nas acusações de doping, partindo do norte-americano. O brasileiro ignora, diz que sabe não levar isso para o pessoal. E usa um discurso de guerra para falar do segredo de sua longevidade no esporte. O segredo para isso, diz ele, “é saber ser soldado, mesmo quando você é um general”.

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Belfort não é do tipo que baseia sua preparação em “camps” específicos de treino. Está sempre na academia e apenas mexe na intensidade e no tipo de treinos quando a luta se aproxima. Isso serve para o estudo de seus rivais. Ele conta inclusive que já tem estratégia traçada para tentar encerrar o reinado do algoz de Anderson Silva e devolver o cinturão ao Brasil. Confira o papo com o lutador:

Vitor, conte primeiro como está a preparação para um combate como este, que teve muitas idas e vindas. Minha preparação está excelente. Estou há 19 anos nesse esporte e muita coisa evoluiu. O segredo do sucesso é saber ser soldado, mesmo quando você é um general.

Já faz mais de um ano que você não luta e houve várias fases de preparação interrompidas. Como você se sente? Mesmo quando não tenho luta marcada, treino normalmente. Não paro nunca e aprendi com o Carlson Gracie que temos de estar sempre preparados.

A idade faz com que você tenha de segurar a onda de alguma forma? Sou como um (vinho) Bourdeax: quanto mais velho, melhor (risos).

Você já estudou Weidman. É o tipo de lutador que entra para lutar com estratégia? Em toda luta temos uma estratégia. Ninguém vai pra guerra sem conhecer o inimigo. A minha está traçada ha muito tempo.

O Weidman costumava ser respeitoso com rivais. Mas com você é muito diferente. Você acha que o incomoda? Ele levar para o pessoal é uma desvantagem? Venho de uma época em que não existia regra, não se usava luva e não tinha peso definido. Venho de uma geração que fazia duas lutas na mesma noite. E sempre vi caras enormes falarem bastante. O que falam a seu respeito não pode determinar quem você é. Cada um encara o esporte como quiser. Para mim, nunca foi pessoal. Sou muito bem pago para subir no octógono e lutar. Tenho que ser profissional, afinal esporte é isso. Tenho outros negócios e não dependo disso para viver. Me vejo como uma empresa, onde muitas outras empresas investem muito dinheiro, e não posso confundir o profissionalismo com o pessoal.

O card acabou tendo a adição do Jon Jones x Anthony Johnson como última luta da noite. É desvantagem? Achei ótimo porque eu e o Anthony nos consagraremos campeões do mundo na mesma noite.

Você pode conquistar vários feitos, com mais um cinturão em categoria diferente no UFC. Quanto isso te motiva? Já conquistei muitas vitórias na minha vida e sei que conquistarei ainda mais. Como todo brasileiro, não desisto nunca. Com 16 anos tive que sair do meu país para ser campeão mundial e fui o lutador mais jovem da história do UFC a se sagrar campeão do mundo com apenas 19 anos. Minha irmã até hoje esta desaparecida e logo após o sumiço fui pela segunda vez campeão mundial do UFC, e agora, com quase 20 anos de carreira, serei de novo, em uma terceira categoria diferente. Mas a conquista está no dia a dia. No treinamento, na determinação, dedicação, sacrifício, esforço e a vontade de vencer a cada dia. Isso sempre fez de mim um vencedor. E todos fazem parte dessas conquistas, minha família, meu time, meus patrocinadores, meus fãs, e muita gente envolvida.

*Vitor foi campeão dos meio-pesados, em 2004, e ganhou o GP dos pesados do UFC 12. Em termos de cinturão, já que o GP era realizado em outro formato, ele pode ser o terceiro lutador com cinturões em duas divisões, juntando-se a Randy Couture e BJ Penn

Vitor e Weidman se encaram antes do UFC 187



UFC 187 terá Jones x Johnson e Weidman x Belfort em 23 de maio
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Jorge Corrêa

A photo posted by Dana White (@danawhiteufc) on


Como tínhamos adiantado na semana passada, a tão aguardada luta entre Chris Weidman e Vitor Belfort já tem nova data. Ela vai acontecer no UFC 187, em 23 de maio, em Las Vegas. Era para eles se enfrentarem agora em 28 de fevereiro, mas o campeão peso médio sofreu uma lesão na costela e a luta teve de ser adiada pela terceira vez.

Mas o curioso dessa nova data é que essa disputa de cinturão dos médios não será a luta principal da noite. A luta principal foi confirmada alguns minutos depois: será a disputa de cinturão dos meio-pesados entre Jon Jones e Anthony Johnson.

Todos os lados envolvidos (Chris, Vitor e UFC) já tinham aceitado essa data previamente, mas faltava ainda a liberação por parte de Weidman, se ele estaria apto a recomeçar sua preparação a tempo para a luta acontecer no feriado norte-americano mo Memorial Day, depois de se recuperar da contusão.

O Ultimate aproveitou para anunciar o card principal completo do evento. E ele ficou incrível. Além das duas disputas de cinturão, teremos Donald Cerrone x Khabib Nurmagomedov (definindo quem será o próximo desafiante pelo cinturão dos leves), o duelo peso-pesado Travis Browne x Andrei Arlovski e os pesos mosca Joseph Benavidez x John Moraga.


Belfort diz que lutará apenas pelo cinturão linear
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Jorge Corrêa

Dois dias depois de o UFC ter anunciado que o campeão Chris Weidman tinha se machucado, finalmente Vitor Belfort se pronunciou sobre o terceiro cancelamento de sua disputa de cinturão dos médios. Ele disse que não vai aceitar fazer uma disputa de cinturão interino da categoria, que ele lutará apenas pelo título linear.

Dana White revelou que ofereceu ao brasileiro uma luta pelo cinturão interino contra seu compatriota Lyoto Machida, mas Belfort tinha recusado a luta que salvaria o card do UFC 184, marcado para 28 de fevereiro, em Los Angeles.

Veja o comunicado que Vitor divulgou em sua página no Facebook.

Sobre o cancelamento da minha luta no UFC 184.

Gostaria de dizer que, assim como todos, estou muito decepcionado com toda essa situação.
Há exatamente um ano tenho visto o meu sonho de marcar história no UFC com meu 3º titulo mundial em uma categoria diferente adiado.

Vamos aos fatos:

- O UFC teve que remarcar 3 vezes a disputa pelo título mundial dos médios porque meu oponente se machucou. ( de maio/14 para julho/14- Weidman operou o joelho, de dezembro/14 para fevereiro/15- Weidman quebrou a mão, e de fevereiro/15 para possivelmente maio/15 – Weidman machucou a costela)

- MEU FOCO SEMPRE FOI O CINTURÃO DOS MÉDIOS E PERSEGUI O LÍDER PARA BUSCAR A MINHA POSIÇÃO.

- Por isso não lutarei por um interino, mas se o UFC me der 8 semanas e colocarem o Cinturão dos Médios disponível para disputa, eu luto com qualquer um do ranking. Não luto pelo Interino, luto pelo Cinturão dos pesos médios!

- Estou neste esporte há 19 anos e nunca deixei o UFC na mão.

-Aceitei lutar pelo Cinturão dos Meio Pesados logo após o desaparecimento da minha irmã e fui campeão mundial assim mesmo.

-Me ofereci para lutar no UFC 152 contra Jon Jones com menos de 8 semanas de preparação, estava com a mesma lesão que meu oponente está agora e mesmo assim não deixei de lutar.

Gostaria de agradecer o suporte do UFC, da imprensa e dos meus fãs, sempre.
O meu foco continua no Cinturão dos Médios!


Belfort recusou enfrentar Lyoto por cinturão interino dos médios
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Jorge Corrêa

Um dia depois de Chris Weidman ter quebrado uma costela e, com isso, a disputa de cinturão dos médios contra Vitor Belfort ter sido cancelada mais uma vez, Dana White confirmou que o brasileiro recusou uma disputa de título interino da categoria.

O presidente do Ultimate explicou que Belfort não aceitou enfrentar seu compatriota em 28 de fevereiro, salvando assim o card do UFC 184. Neste momento, o evento em Los Angeles terá como luta principal a disputa de cinturão feminino peso galo entre Ronda Rousey e Cat Zingano.

Quem deu essa informação em primeira mão foram os amigos do Combate.com, que publicaram a notícia no último sábado. Vitor não quis enfrentar Machida por não ter feito todo seu treinamento focado em um adversário canhoto, já que Weidman é destro.

“Essa é uma situação típica de Vitor Belfort. Ele ainda é o número 1 da categoria e o Weidman está machucado. Assim que ele soube, ficou me ligando, me enchendo o saco, me pedindo um cinturão interino um dia inteiro. Foi um dia muito difícil para mim. Então liguei para Lyoto e ele aceitou a luta. Quando liguei de volta para o Vitor, ele disse que iria esperar o Weidman. É assim a vida”, explicou Dana White.

O presidente do evento ainda disse que vai apresentar mais uma opção para Belfort, mas não quis revelar qual. Aposta do blogueiro: Luke Rockhold, que vem de três vitórias consecutivas depois de perder exatamente para Vitor. O problema é que ele tem um combate marcado com… Lyoto Machida.


UFC aperta o cerco com o doping. Belfort e Weidman que o digam
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Jorge Corrêa


Os 13 casos de flagrantes de doping ou relacionados a problemas com exames surpresa em 2014 foram só o começo de um aperto no cerco contra o uso de substâncias proibidas por parte dos lutadores do UFC. Este ano já começou da mesma maneira com o caso do campeão dos meio-pesados Jon Jones com cocaína.

Mas além deste teste errôneo para uma “droga recreativa”, o norte-americano passou por outros três de “isotopos de carbono” para detectar possível uso de testosterona artificial – isso porque em um exame comum, ele teve um índice baixo do hormônio no corpo.

Agora, quem esta mira das agulhas das Comissões Atléticas são os astros do UFC 184. Chris Weidman e Vitor Belfort estão passando por uma série de testes surpresa antes da disputa do cinturão dos médios,que acontece em 28 de fevereiro, em Los Angeles.

O brasileiro está sofrendo mais com essa situação. Por conta dos problemas que teve no ano passando, quando caiu em um exame enquanto fazia uso da terapia de reposição de testosterona, Belfort já passou por três exames sem ser previamente avisado. “Ele e sua esposa têm cooperado bastante. São educados, profissionais e amigáveis ao longo deste processo”, disse Bob Bennet,  diretor executivo da Comissão Atlética do Estado de Nevada.

Já o campeão Chris Weidman, que começou seu treinamento para o combate apenas nesta semana, passou por um teste surpresa.

Nenhum dos dois foi flagrado com nenhuma substância proibida em seu organismo e outros exames deverão ser feitos até a semana da luta.


Belfort diz que TRT era “chato” e que está mais magro, forte e rápido
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UOL Esporte

Vitor Belfort
Vitor Belfort

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Por Maurício Dehò

“O Chris é um lutador jovem e tem o que é meu. E eu vou lá pegar. Para mim, foi uma melhora muito maior (a proibição do TRT no UFC), porque eu saí, larguei aquilo, um tratamento que era muito chato, muito incômodo para mim, e estou mais forte, mais magro e mais rápido. Então, para mim, foi uma maravilha. Não interessa o que meu sangue fala, não interessa qual o resultado que está no meu sangue. Interessa o resultado que está na minha cabeça”

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Vitor Belfort falou mais uma vez de sua condição física. Desta vez em entrevista ao Sensei SporTV, o carioca disse que passar por toda a reposição hormonal era um processo incômodo, e que usou o ano de 2014 para se reinventar tanto na preparação física quanto na parte técnica.

Ele encara Chris Weidman em 28 de fevereiro, em Los Angeles (EUA), e sofre uma chuva de críticas, mesmo com o tratamento de reposição de testosterona banido há nove meses e sua passagem com sucesso por um teste antidoping surpresa, resultado divulgado na última semana.

“O importante é você não ter desculpa. Foi proibido? Não tem problema. Eu continuo e é ‘caldo’ nos caras. Eu usei o ano de 2014 para aprimorar novas técnicas. Eu sei que é difícil entender, mas eu melhorei! Tenho melhorado minhas habilidades, aquelas que eu achava que poderia melhorar, melhorei meu chão, minha parte de chutes, de boxe e partes de movimentação, força e resistência.


Vitor está fininho, mas comissão segue de olho e faz antidoping surpresa
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UOL Esporte

Vitor Belfort
Vitor Belfort

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Por Maurício Dehò

Na sexta-feira, uma frase de Chris Weidman no Twitter sugeriu que Vitor Belfort não estava sendo testado antes do combate entre os dois, em 28 de fevereiro, pelo UFC 184. No sábado, como se fosse mágica, um representante da Comissão Atlética de Nevada apareceu na casa do lutador brasileiro e colheu amostras de sangue e urina para um antidoping surpresa.

Em meio a tantas polêmicas neste assunto, incluindo as vitórias de Vitor com o uso do TRT (tratamento de reposição de testosterona), o banimento do método, um teste apontando excesso de testosterona e agora seu novo físico, bem mais magro sem os hormônios, Weidman mostrou que não quer deixar o assunto passar batido até que eles enfim lutem.

“Weidman x Belfort = a 120 dias de acontecer. Anúncio da luta = há 100 dias. Número de vezes que VB foi testado = 0. Número de vezes que ele será testado = ???”, escreveu o lutador, fazendo barulho no Twitter.

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A informação de que realmente Vitor foi testado, no sábado, foi dada pelo Yahoo Sports, dos EUA. Vitor já está licenciado para lutar, desde julho, e este foi o primeiro teste realizado desde então, de acordo com o site. O representante da Comissão Atlética de Nevada foi à casa do lutador, na Flórida, e teve integral cooperação do carioca.

Weidman reagiu no Twitter. Primeiro criticando os “gladiadores de teclado” que lhe criticaram pelo post direcionado a Belfort. Depois, elogiando a Comissão. “Estou feliz que o correto aconteceu, espero que continue. Não posso esperar pelo dia 28 de fevereiro”.

Vitor Belfort se viu em maus lençóis ao falhar em um exame em fevereiro, com elevado nível de testosterona, mas foi inocentado em julgamento, por conta de todo o confuso processo de banimento do TRT. Ele e Weidman se enfrentariam em maio, mas a medida e lesões de Weidman adiaram o combate para 2015.


A torcida de Anderson no Weidman x Belfort
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Jorge Corrêa

Anderson Silva

Anderson Silva

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Minha opinião sobre o Vitor é que de todos da divisão, ele é o mais completo. É o mais explosivo, tem melhor boxe, bom jiu-jítsu e wrestling. Weidman é novo, geração nova e está com todo o gás. Vai ser uma luta que todos vão querer ver. Vou torcer para que Vitor vença.”

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Esqueça qualquer rusga que Anderson Silva tenha tido com Vitor Belfort no passado, principalmente na época em que o Spider venceu o Fenômeno com aquele histórico chute frontal em fevereiro de 2011. O ex-campeão já tem sua torcida para a próxima disputa do cinturão dos médios.

Em sua primeira entrevista coletiva desde que foi anunciado seu retorno ao UFC – contra Nick Diaz, em 31 de janeiro de 2015 – Anderson fez questão de declarar seu apoio ao antigo rival na luta contra Chris Weidman, que deve acontecer em fevereiro do próximo ano.

“Quando o título estava comigo, sempre disse que era nosso. Estando no Brasil, está tudo certo. Quando tem dois brasileiros disputando cinturão é porque somos muito bons no que fazemos. Vou torcer para o Vitor sem demagogia, sem nada. Fiquei sete anos com todo mundo querendo me pegar. Teve uma hora que não deu mais, mas tudo bem.”