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UFC Rio em Las Vegas para Anderson
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Jorge Corrêa

Anderson Silva

Anderson Silva

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A volta de Anderson Silva ao UFC, mais de um ano depois da grave fratura que sofreu contra Chris Weidman, não será em um card comum. Sem fazer estardalhaço, o Ultimate está montando um evento com cara de Rio de Janeiro, porém, em Las Vegas no dia 31 de janeiro.

A luta entre Anderson Silva e Nick Diaz já será no card especial do Superbowl, uma tradição do UFC em todo primeiro fim de semana de fevereiro. Mas dessa vez ele terá um toque bem brasileiro. Até agora, já foram anunciados cinco combates desse UFC 183, todos contando com lutadores do Brasil.

A última luta confirmada é entre o niteroiense Thales Leites – que já inclusive disputou o cinturão dos médios contra Anderson Silva em sua primeira passagem pela franquia – contra o norte-americano Tim Boetch.

Podem esperar mais lutas com brasileiros em Las Vegas.

Veja como está até agora o card

Anderson Silva x Nick Diaz
Thiago Pitbull x Jordan Mein
Tim Boetsch x Thales Leites
Andy Enz x Thiago “Marreta'' Santos
Ildemar Marajó x Rick Monstro


TUF Brasil 4 em… Las Vegas
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Jorge Corrêa

TUF Brasil 3

TUF Brasil 3

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As duras críticas de Dana White, Wanderlei Silva e Chael Sonnen em relação à produção da última edição do reality show The Ultimate Fighter não passaram incólumes. O UFC anunciou que a quarta edição do programa será gravada em Las Vegas, nas locações onde o TUF original é gravado.

Depois das três primeiras edições terem sido feitas em São Paulo, essa será a primeira realizada fora do país. A cidade-sede do Ultimate também já recebeu a versão latino americana do programa, que teve Cain Velasquez e Fabrício Werdum como treinadores.

Vale ressaltar que, apesar de Dana White ter dito que já escolheu quem serão os técnicos do TUF Brasil 4, os nomes ainda não foram anunciados, o que deve acontecer nos próximos dias.

Nesta segunda-feira, estão acontecendo no Rio de Janeiro os primeiros testes para a escolha dos participantes. Foram chamados lutadores peso leve (até 70kg) e peso galo (até 61 kg). Não está definida se uma ou as duas categorias estarão nessa edição, mas dentro do histórico do TUF, deve ser apenas uma delas.

O principal motivo das críticas da temporada que foi ao ar este ano foi o fato de a produção do programa ter deixado Wanderlei Silva e Chael Sonnen brigarem durante o programa. Os dois lados trocaram acusações de que foram manipulados para que o clima ficasse “quente'' entre eles. Além disso, Dana White atacou a produção por não ter separado os dois antes de iniciarem a briga.

Tags : tuf brasil


José Aldo consegue a vitória que o Brasil (e ele próprio) precisava
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Jorge Corrêa


Não dá para negar que com as boas atuações que Chad Mendes vinha tendo nos últimos anos, somado à fase muito boa do MMA brasileiro e as recentes derrotas da Nova União, havia uma preocupação de que José Aldo perdesse o único cinturão do UFC que ainda está com o país.

A luta principal da quinta edição do UFC Rio até começou nervosa para os torcedores que lotaram o Maracanãzinho, mas logo o dono do título dos penas mostrou que conseguiria a vitória que o Brasil e até mesmo ele próprio precisava nesse momento.

O próprio não estava favorável para a moral dos brasileiros. A derrota acachapante de Glover Teixeira para Phil Davis deixou todos ressabiados. Em um evento de lutas medianas, apenas a vitória de Fábio Maldonado e sua emocionante comoração com Anderson Silva animaram de verdade o público até então.

Quando entrou no octógono para fazer sua sétima defesa de cinturão, José Aldo não lutava só por ele. Ele também defendia aquelas 12 mil pessoas no ginásio e todos os fãs de MMA, principalmente os mais recentes, que já estavam desconfiados com a possibilidade de o país ficar sem um campeão do UFC depois de oito anos.

O olho esquerdo muito inchado ao final do combate pode deixar uma impressão errada sobre a atuação do campeão. Na verdade, seu rosto machucado só deixa claro o quão duro era o rival que ele enfrentou, um Chad Mendes muito melhor que aquele da primeira luta em janeiro de 2012.

José Aldo mostrou que estava com seu jogo completo e suas armas em dia. Possivelmente para não virar vítima das quedas do rival, apenas usou pouco os chutes baixos. Mas estava veloz, com a guarda sempre alta, com as esquivas afiadas e, o mais importante, com as mãos pesadas. Com boas sequências que sempre começavam com jabs que tinham o peso de diretos, foi minando a velocidade e a estratégia do norte-americano. O nocaute ficou perto em vários momentos.

Também vale ressaltar que o brasileiro levou duros golpes, mas também mostrou uma ótima capacidade de absorção.

Mais que a vitória, Aldo teve uma grande atuação, melhor e mais convincente do que nas duas últimas lutas contra Ricardo Lamas e Zumbi Coreano. Deixou claro que pode ser campeão do UFC por muito tempo ainda é a torcida brasileira poderá se orgulhar de grande dono de cinturão por muitos anos.

O manauara radicado no Rio de Janeiro também tira a pressão dos próximos brasileiros que disputarão um cinturão do UFC e o país pode voltar a ter três campeões até o final de fevereiro. Já agora em novembro, Fabrício Werdum disputa o título interino dos pesados contra Mark Hun. Já em fevereiro, Vitor Belfort tentar retomar o mais brasileiro dos cinturões contra Chris Weidman.

Tags : josé aldo


O maior perigo que José Aldo corre
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Jorge Corrêa

Já não é uma novidade o fato de Chad Mendes ser um lutador completamente diferente do que o que enfrentou José Aldo na Arena HSBC em janeiro de 2012. O Maracanãzinho verá um rival muito mais completo nessa revanche contra o campeão peso pena.

Mendes é um retrato fiel do que aconteceu com os membro da equipe Team Alpha Male desde que Dwayne Ludwig assumiu o comando dos treinos. Todos – TODOS – os lutadores da equipe passaram a se apresentar melhor e com novas armas, principalmente na trocação. Renan Barão pode falar bem sobre isso depois de perder o título peso galo para TJ Dillashaw.

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É aí que mora o grande perigo para José Aldo.

Um número sobre a carreira de Chad Mendes mostra bem isso. Vou pegar como espaço amostral apenas o tempo em que o norte-americano lutou no WEC, torneio que foi absorvido pelo Ultimate, e no próprio UFC.

Antes da derrota para o brasileiro – a única em sua carreira até hoje – ele vinha de seis vitórias nos dois eventos, sendo cinco por pontos. Era o velho jogo estadunidense de wrestling, por para baixo e cozinhar o combate em um ground-and-pound pouco empolgante.

Já depois daquela fatídica noite carioca, ele venceu cinco rivais em sequência. O que impressiona é que foram quatro por nocaute, três no primeiro round. Ele foi o primeiro a conseguir nocautear o duríssimo Clay Guida.

Pois bem. Desde que chegou ao UFC, José Aldo não enfrentou nenhum rival com o poder de nocaute que Chad Mendes vem mostrando nessa sua fase. Ninguém testou o queixo do brasileiro com tanta contundência.

O campeão trás da primeira luta a experiência de defender as tentativas de queda do desafiante – algo que fez na época e ainda faz com primazia. Mas se quiser manter o único cinturão brasileiro no evento, precisará ter atenção redobrada com o jogo de pernas e as sequências do adversário.


O Brasil está pronto para ficar sem campeões do UFC?
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Jorge Corrêa

Se poucos anos atrás chegamos a ter quatro campeões ao mesmo tempo, o Brasil vive um momento complicado dentro do UFC. Este sábado pode sacramentar uma fase que o país não vive desde outubro de 2006, quando Anderson Silva conquistou o cinturão dos médios. Se José Aldo perder para Chad Mendes no Rio de Janeiro, o país voltará a ficar sem nenhum campeão no maior evento de MMA do mundo.

O brasileiro ainda é amplo favorito para manter o cinturão em terras brasileiras, mas a queda do Renan Barão para TJ Dillashaw, que veio para a luta como um grande azarão e acabou tomando o título do potiguar, abriu o caminho para uma reflexão que pode se tornar realidade nos próximos dias. O Brasil está pronto para ficar sem campeões do UFC?

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Já falei em alguns posts aqui no blog e reitero qual é o maior desafio do Ultimate, e do MMA, aqui no país se isso acontecer. A torcida brasileira não gosta de esporte em si, ela gosta de ter campeões. Em geral, quer ficar apenas ao lado dos vencedores. A queda abrupta de interesse em modalidades como tênis ou fórmula 1 mostram bem isso.

Ciente disso, mas sem demostrar essa preocupação de forma explicita, a franquia passou a fazer um trabalho de base nos últimos dois anos. Entressafras são comuns em qualquer modalidade, momentos de baixa também, como vemos até no futebol brasileiro atualmente. A questão era preparar terreno para quando essa hora chegasse.

Foram duas as vertentes do Ultimate: educar e massificar. Claro que em um primeiro momento, todo o trabalho foi em cima dos campeões. É o jeito mais fácil de jogar. Anderson Silva se tornou, em poucos meses, um dos maiores astros do esporte nacional. Foi com ele e principalmente com Junior Cigano, então campeão dos pesados, e o próprio José Aldo, que a franquia se alavancou no Brasil.

O passo seguinte foi explicar e mostrar a modalidade para o maior número de pessoas possíveis. Isso foi feito com a criação da versão brasileira do reality show The Ultimate Fighter, que vai para sua quarta edição. Depois, levou um caminhão de eventos para as mais diversas cidades e regiões do país – serão 7 cards esse ano, assim como foi em 2013.

Mas é apenas agora que o UFC vai descobrir se esse trabalho deu certo. No Canadá, por exemplo, funcionou. O esporte se tornou um gigante, ficando atrás apenas do hóquei no gelo, tendo apenas o ex-campeão Georges St-Pierre como base. Mas com poucos anos com o astro como campeão dos meio-médios, os canadenses se mostraram apaixonados pelo MMA.

A torcida brasileira lembra muito a canadense no quesito paixão e vibração, mas um recuo do interesse por aqui é natural caso fiquemos sem campeões. A questão é saber o tamanho dele. Mas Dana White e seus pares devem estar aliviados em saber que terão mais tempo para se consolidarem por aqui com a volta de Anderson Silva e a chance de Vitor Belfort se tornar campeão dos médios no ano que vem.

UFC 179

UFC 179

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Tags : josé aldo


Werdum e o caminho mais fácil para ser campeão do UFC
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Jorge Corrêa

Fabrício Werdum

Fabrício Werdum

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Como desgraça pouca é bobagem, o ano de 2014 aprontou mais uma para cima do UFC. Há poucas semanas da tão aguardada estreia do Ultimate no México, o campeão dos pesados Cain Velasquez sofreu uma grave lesão no joelho e ficará um longo tempo parado. Dessa maneira, Fabrício Werdum disputará o cinturão interino da categoria contra Mark Hunt, no UFC 180 em 15 de novembro.

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É imensurável a decepção do UFC e da torcida de MMA do México com essa lesão. Norte-americano de pais mexicanos, o campeão comove os fãs do país como se tivesse nascido lá. Dana White sempre falou que a ida da franquia para lá dependia diretamente da participação de Velasquez – agora, terão de superar isso.

Mas para o brasileiro, a notícia pode não ser tão ruim assim. Claro que ele agora tem um combate de menor repercussão, mas ele ganhou um caminho amplamente mais fácil para se tornar campeão do UFC, mesmo que de forma interina. Cain é o mais completo e preparado lutador de MMA da atualidade e Werdum precisaria se superar de uma maneira nunca antes vista para conseguir o título dos pesados.

Mark Hunt é um cara duro, com um ótimo queixo e uma mão muito pesada. Mas nem em sonho podemos compará-lo com o atual campeão. Dentre os tops da categoria, provavelmente é a opção mais fácil que o gaúcho poderia ter. Tanto Junior Cigano – quanto Stipe Miocic – que se enfrentam em dezembro – seriam rivais mais duros.

Fabrício também já mostrou que tem a tática perfeita para enfrentar um cara como o neozelandês (gordinho, de queixo duro e mão pesada). Ele deu uma surra em Roy Nelson usando sua maior envergadura para manter a distância, principalmente com chutes frontais e sequências de diretos.

Agora, uma aspa de Werdum aos amigos do Portal do Vale Tudo:

“Eu estava aqui descansando depois do treino. Eu estou treinando aqui em Jiquipilco, que fica a 3600m de altitude, há mais de um mês. Treinei de manhã e estava descansando depois do almoço. Aí o Dana White me ligou e disse ‘Tenho duas notícias, uma boa e uma ruim. A boa é que você lutará pelo cinturão pelo dia 15, mas não será mais contra o Velasquez, pois ele machucou o joelho, vai ser contra o Mark Hunt’. Por um lado fiquei triste, vou fazer o quê? Mas pelo outro sei que a torcida vai ficar toda ao meu lado, pelo fato de eu fazer parte do UFC Network, aparecer em toda a América Latina. Fiquei muito triste porque eu queria lutar contra o Velasquez, estava treinando para enfrenta-lo. É um grande sonho, meu objetivo é sempre o cinturão, mas contra ele seria também um grande desafio pra mim. Eu pensava nele o tempo inteiro, já estava montando a estratégia com minha equipe. A gente alugou uma fazendo aqui na altitude, uma casa pra umas 20 pessoas. Agora vamos pra esse novo desafio”

O resumo do blogueiro: Podem preparar o churrasco, pois o Brasil vai voltar a ter um cinturão, mesmo que interino, dos pesos pesados do UFC.


5 motivos para ver o UFC Rio 5
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Jorge Corrêa

UFC 179

UFC 179

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Após uma longa pausa para os padrões atuais do UFC – três semanas!! – o evento volta com um grande card e no Brasil. É o retorno ao Rio de Janeiro pela quinta vez em quatro anos. Então vou elencar cinco bons motivos para acompanhar o evento que acontece no próximo sábado. O card preliminar começa às 21h (de Brasília) e o principal à meia-noite. Assim, abrimos oficialmente a cobertura do maior evento do ano no país.

Único cinturão do Brasil em jogo – Depois de anos de domínio, o MMA brasileiro passa por seu pior momento em termos de cinturão no UFC. O filho único de mãe solteira está com José Aldo, que faz a revanche contra o norte-americano Chad Mendes. A torcida para o brasileiro tem de ser maior do que nunca nesta noite – apesar que técnica para superar o troncudinho ele já mostrou que tem.

Estreia do UFC no Macaranãzinho – Depois de quatro edições da Arena HSBC, em Jacarepaguá, o Ultimate desembarca pela primeira vez em um dos mais tradicionais ginásios do Brasil. Além de palco de grandes conquistas do esporte nacional, o Macaranãzinho também é o berço do MMA do país, tendo recebido históricas lutas de jiu-jítsu e de vale-tudo na segunda metade do século passado.

As voltas de Glover e Maldonado – Dois dos maiores porradeiros do MMA nacional retornam ao octógono vindo de derrotas. Grande chance de se reabilitarem diante da torcida. Também é promessa de muita pancadaria. Quem deve sofrer é Phil Davis, contra Teixeira, e Hans Stringer diante de Fábio.

Patolino vai ou racha? – Após a frustrante derrota na final do TUF Brasil 2, quando chegou como muito favorito contra Leo Santo, William Patolino mostrou que tem potencial para ser estrela do país na surra que deu em Bobby Voelker no fim do ano passado. Agora, após uma série de lesões, coloca a prova seu carisma e sua técnica lutando do lado de casa contra o norte-americano Neil Magny.

Mais um pupilo do Fenômeno – Professor de jiu-jítsu de Vitor Belfort, Gilbert Durinho chegou ao UFC sob a chancela do desafiante pelo cinturão dos médios. Invicto em oito lutas de MMA, fez uma boa estreia no Ultimate quando venceu Andreas Ståhl em julho. Agora, traz toda a expectativa dessa bela carreira para o UFC Rio contra estreante Christos Giagos.

Tags : ufc rio


Jornalista se arrisca como lutador. E o resultado é surpreendente
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UOL Esporte

Por Maurício Dehò

Fale a verdade. Muitas vezes que você lê uma notícia de MMA – e principalmente se ela não te agradar muito -, você imagina como seria se o “escrevinhador'' trocasse de lado e colocasse a cara a tapa em uma luta de verdade. Bom, nem eu e nem o dono do espaço Jorge Corrêa vamos nos arriscar num combate por enquanto. Mas, lá nos Estados Unidos, o jornalista Spencer Lazara o fez.

Pois é, o repórter norte-americano trocou os microfones pelas luvas e fez sua estreia como lutador. Ele escolheu o Tuff-n-Uff, que realiza lutas amadoras, e encarou Sir Mosley, lutador com uma vitória e uma derrota até então.

Eis que, faltando 40 segundos para o fim do segundo round, Lazara prova que tem seu talento. Enquanto Mosley dá um golpe rodado todo errado, o jornalista solta uma esquerda curtinha, direto no queixo do rival, que cai apagado. Deu para comemorar até antes de o árbitro interromper o combate.

Baita nocaute, de Lazara, que representou bem nossa categoria dos jornalistas.

Tags : nocaute


Saudades do Pride? Teve nocaute com tiro de meta no One FC; assista
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UOL Esporte

Por Maurício Dehò

Ah, tempos bons que não voltam nunca… O Pride se foi, deixou saudade, mas de vez em quando seu espírito ressurge em algum evento por aí. E são poucos que permitem as regras mais agressivas que se via na liga japonesa. Um deles é o One FC. E, em sua última edição, o que chamou a atenção e resgatou o “vale-tudo'' do passado foi um nocaute com tiro de meta.

O autor do nocaute foi Stephen Langdown, em sua terceira luta como profissional. Ele aproveitou um momento em que a luta estava em transição, do chão para em pé, e acertou um chute no rosto do rival Raymond Tan. Ele ainda conseguiu um segundo tiro de meta, e o árbitro muito rapidamente interrompeu o castigo. Foi a segunda vitória na carreira do lutador de Cingapura.

Vale lembrar que o golpe é proibido no UFC, mas vários lutadores gostam e até pedem sua volta. Maurício Shogun, que usava muito no Pride, e o campeão dos penas José Aldo, são alguns dos que se posicionam a favor.


Como o terrível ano de 2014 do UFC ainda pode ter um fim empolgante
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UOL Esporte

UFC 179
UFC 179

Por Maurício Dehò

2014 foi um ano para o UFC esquecer. É claro que houve bons eventos e lutas, mas o que se esperava para um ano considerado chave para a organização manter sua evolução ao redor do globo ficou adiado para 2015. E tudo, principalmente por lesões e ausências importantes nos octógonos: Anderson Silva, o semi-aposentado GSP, Cain Velásquez, Vitor Belfort, Chris Weidman, os escândalos com Wanderlei Silva e Chael Sonnen… Isso só para citar os principais astros.

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Mas, a partir da próxima semana, o UFC engata uma série de eventos que, se não vai salvar a temporada, vai dar um fim de ano com muitas chances de ser empolgante e embalar a organização rumo a um 2015 bem mais quente – Jon Jones pega Daniel Cormier, Anderson Silva pega Nick Diaz, Chris Weidman recebe Belfort (se,  tudo der certo!).

Separamos então os maiores destaques deste fim de ano, começando com José Aldo cedendo a revanche para o perigoso Chad Mendes, numa luta que “só'' coloca em jogo o único cinturão brasileiro na atualidade, o dos pesos pena. Baita responsa para o manauara… Confira o que tem de bom neste card e em outros cinco que devem ser quentes.

UFC esquenta no fim de 2014
  • Divulgação
    UFC 179 (25/10, Rio)
    A série de fim de ano do UFC começa com uma volta ao Rio de Janeiro e uma luta principal definitiva para o Brasil: José Aldo cede a revanche para Chad Mendes e coloca em jogo o único cinturão em posse de um brasileiro na atualidade. E em meio a uma crise de sua equipe que põe em dúvidas se ele poderá manter sua ótima fase. Além dele, Glover Texeira encara Phil Davis em duelo de meio-pesados Foto: Divulgação
  • Divulgação
    UFC Uberlândia (8/11, MG)
    A estreia na cidade mineira tem Maurício Shogun em destaque. Ele encara Jimi Manuwa para tentar se recuperar da luta contra Dan Henderson, em que Shogun vinha muito bem, encaminhando a vitória, mas acabou sendo nocauteado. Os outros destaques são os combates de John Lineker contra Ian McCall, lutadores tops do peso mosca, e o de Warlley Alves, o 1º depois de ser campeão do TUF Brasil 3 Foto: Divulgação
  • Jarbas Oliveira/UOL
    UFC 180 (15/11, Cidade do México)
    A segunda luta com brasileiro disputando título neste fim de ano tem Fabrício Werdum tentando bater o campeão Cain Velásquez, um osso duríssimo de roer. Eles ainda põe em jogo a rivalidade no TUF Latino America - cujas finais se realiza nesta noitada - e fazem a estreia do UFC em solo mexicano, atrativos bem apetitosos. Foto: Jarbas Oliveira/UOL
  • Divulgação
    UFC 181 (6/12, Las Vegas)
    O card em que o Ultimate mais aposta é este. São dois cinturões em jogo, com lutas que prometem ser emocionantes. A primeira é entre meio-médios: o campeão Johnny Hendricks cede revanche a Robbie Lawler, contra quem faturou o título, em uma luta dura. A segunda é no peso leve: o 'showtime' Anthony Pettis defende pela primeira vez seu prêmio e pega o perigoso Gilbert Melendez. Foto: Divulgação
  • Divulgação
    UFC on FOX 13 (13/12, Phoenix)
    Este duelo deveria ter acontecido em São Paulo, no meio do ano, mas Júnior Cigano se contundiu. Agora ele volta a ter marcado o combate contra Stipe Miocic, em seu retorno depois da segunda derrota para Velásquez. Miocic já provou seu poder e humilhou Fabio Maldonado em SP. Além deste combate, Rafael dos Anjos encara Nate Diaz em um lutão no peso leve e Alistair Overeem pega Stefan Struve Foto: Divulgação
  • Wander Roberto/inovafoto
    UFC Barueri (20/12, SP)
    Lyoto Machida lidera um card que ganhou um reforço de peso, com a entrada do ex-campeão dos galos Renan Barão na segunda luta em importância da noite. Machida volta da derrota para Chris Weidman contra o perigoso CB Dollaway, tentando voltar a dar o show que vinha dando como peso médio. Já Barão pega Mitch Gagnon, que não perde há quatro lutas mas teoricamente não apresenta grande risco. Foto: Wander Roberto/inovafoto

Tags : ufc 179