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Chael Sonnen assume que “apagou” contra Anderson Silva e usa até hipnose em preparação

Sempre muito confiante quando se trata de suas atuações, Chael Sonnen falou pela primeira vez de forma aberta de uma das passagens mais duras de sua carreira. Depois de chegar a dizer que “não conhecia a regra” – em tom de galhofa, claro – ele admitiu que “apagou” na primeira luta que fez contra Anderson Silva, em 2010, quando foi finalizado.

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Em conversa com o comentarista oficial do UFC nos Estados Unidos, o comediante Joe Rogan, Sonnen contou detalhes do final do combate em que bateu duramente por quatro rounds no brasileiro, mas acabou levando um triângulo no final.

“Aquilo foi devastador para mim, não sabia o que estava acontecendo naquele momento. Quando terminou o combate, perguntei para o juiz o que estava acontecendo. O [Josh] Rosenthal disse que eu tinha batido e respondi: ‘não acredito!’. Vi depois no telão o que aconteceu, porque estava mais próximo. Lembro apenas de cair no sono. Ficava pensando ‘não vou bater, vou tentar sai daqui’. Mas quando vi, já tinha acontecido.”

Esse foi o triângulo de Anderson Silva que "apagou" Chael Sonnen em 2010. Agora, eles vão fazer a mais esperada revanche da atualidade em 7 de julho, no UFC 148, em Las Vegas, valendo o cinturão dos médios do evento

Sonnen também aproveitou a conversa para revelar um segredo de sua preparação para suas lutas. Preocupado em como vinha perdendo seus combates sempre no segundo round, ele procurou um psicólogo especializado no trabalho com atletas e fez até tratamento com hipnose.

“Consegui ajuda profissional e procurei um médico, o doutor Ed Versteeg. Eu odeio falar sobre isso porque era um segredo. Essa foi uma verdadeira virada para mim, quando fui atrás da psicologia do esporte e fui hipnotizado. Eu nunca mais fui o mesmo depois disso, a minha atitude passou a ser diferente.”

Mas depois de revelar essa sua preparação diferente, Sonnen pareceu ter se arrependido do que disse. “Tudo mudou desde então. Odeio dizer isso, mas agora é tarde demais. Senti que isso era meu segredo, descobri algo que eu precisava, mas não queria que as outras pessoas soubessem.”

Chael Sonnen em apuros
Chael Sonnen em apuros

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UFC 147 fecha card principal de BH com seis lutas e preliminar com Massaranduba x Macarrão

Uma cerimônia no palácio do governo de Minas Gerais nesta quarta-feira vai oficializar a realização do UFC 147 no dia 23 de junho, no ginásio do Mineirinho. Com as principais lutas já anunciadas, o blog agora vai contar quais serão os confrontos do card principal, além de um interessante combate do card preliminar do evento.

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De acordo com a informação dada em primeira mão pelos colegas do Sportv.com e que consegui confirmar com pessoas ligadas à organização, o card principal terá seis combates, todos que já tinham sido previamente divulgados.

A luta principal será entre os técnicos do reality show The Ultimate Fighter Brasil Wanderlei Silva e Vitor Belfort, na revanche do combate que eles fizeram no evento em São Paulo em 1998. Já o penúltimo embate será entre os pesos pesados Fabrício Werdum e Mike Russow, único gringo que estará nesse card em Minas Gerais.

As finais dos médios e dos penas do TUF Brasil também estarão no card principal, que ainda terá dois confrontos entre brasileiros. Miltinho Vieira estreia no UFC contra Felipe Sertanejo, que já esteve nas duas edições do UFC Rio. Já Hacran Dias faz sua primeira luta do torneio contra Yuri Marajó.

Já o card preliminar contará apenas com os lutadores que participaram do TUF Brasil. Todos estarão lá e uma das lutas, entre dois participantes que foram eliminados nas quartas de final dos pesos médios, foi confirmada.

Francisco Massaranduba, um dos queridinhos do público e da casa, depois de perder por desistência para Thiago Bodão, vai enfrentar Leonardo Macarrão, que fez grande luta contra Cezar Mutante, mas acabou finalizado.

Pitaco do blogueiro: Com esse card, se o UFC 147 se for colocado em pay-per-view nos Estados Unidos tem tudo para ser o maior fracasso de vendas de todos os tempos do evento. Acredito que ele será transmitido por lá em um dos canais a cabo do grupo Fox, no FX ou Fuel TV.

TUF Brasil

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Maldonado é traído pela própria confiança, mas Brasil acaba com incômodo jejum no UFC

Com uma carreira impecável e invicta no boxe, com 22 vitórias sendo 21 por nocaute, Fábio Maldonado chegou ao UFC apostando em suas mãos, mas mais uma vez foi traído por sua enorme confiança nelas. Apesar de ter acertado grandes golpes no croata Igor Pokrajac no UFC on Fuel TV 3, ele deixou a luta nas mãos dos juízes e acabou derrotado.

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O paulista de Sorocaba usou todo sua experiência do boxe, com sequências de golpes curtos que iam castigando o adversário. No entanto, ele virava presa fácil para Pokrajac quando estava no clinch, levando uma série de joelhadas, golpes que sempre impressionam os juízes.

Em uma das paradas entre os rounds, ele até chegou a dizer para seus técnicos que aguentaria bem as joelhadas, que queria evitar apenas ir para o chão. Aguentar ele até conseguiu, mas levou muitos desses golpes.

Vendo seu boxe entrar bem, ficou cozinhando a luta em alguns momentos, mas também levou bons diretos. No entanto, faltou ser mais eficiente, mais assertivo, acertar golpes de maior impacto. Com isso, Igor Pokrajac conseguiu a vitória em decisão unânime dos juízes, com um (cego) deles dando 30 a 27 para o croata.

O público vaiou o resultado e o próprio presidente do UFC, Dana White, não concordou. Para ele, o brasileiro venceu por 29 a 28 o combate. Mas fica a lição, que por mais que o paulista confie em seu jogo, ele precisa se apresentar de maneira mais eficiente em sua próxima luta.

Mas essa derrota de Fábio Maldonado não atrapalhou o fim de um incômodo jejum para os lutadores brasileiros no maior evento de MMA do mundo. Depois de três meses seguidos de ter apenas derrotas, a pior série em oito anos, o país voltou a vencer no evento, em duas lutas no card preliminar.

O primeiro resultado foi com o carioca Johnny Eduardo. Com uma atuação sem erros, mas ainda sim sem nenhuma grande chance de finalizar ou nocautear, ele derrotou Jeff Curran por pontos. Já Rafael dos Anjos precisou de apenas 1min40 para acertar um chute alto e depois pegar um mata-leão para derrotar o iraniano Kamal Shalorus. Já Carlo Prater acabou sendo atropelado TJ Grand.

>> Confira mais detalhes das lutas dos brasileiros
>> Veja como foram todas os combates do evento

Em tempo: O Zumbi Coreano teve uma das atuações mais brilhantes no ano e protagonizou uma das melhores lutas de 2012 até agora. Vitória sensacional sobre Dustin Poirier. Ele está Mais do que credenciado para disputar o cinturão dos penas que atualmente é do brasileiro José aldo.

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Zumbi Coreano manda recado: Brasileiros que me desculpem, mas minha meta é o José Aldo

Post com o parceiro Maurício Dehò

Os fãs de MMA não estão acostumados, mas temos evento do UFC nesta terça-feira e com uma importante luta de pesos penas. Na luta principal, Chan Sung Jung – o Zumbi Coreano – enfrenta o norte-americano Dustin Poirier o próximo desafiante ao cinturão da categoria.

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Após a pesagem do evento, que terá transmissão pelo canal Combate a partir das 18h30, o blog conversou com o sul-coreano, apontado como um dos principais nomes dos penas na atualidade e um dos possíveis desafios para o brasileiro José Aldo.

Aos 25 anos, Chan Sung Jung, o Zumbi Coreano, estreou profissionalmente no MMA em 2007 e passou por importantes torneios em seu país e no Japão. Sua estreia nos Estados Unidos foi no extinto WEC, mas mesmo com duas derrotas, acabou indo para o UFC por conta das boas lutas que fez. No Ultimate, vem de duas impressionantes vitórias sobre Leonard Garcia e Mark Hominick

Mas mesmo respeitando muito o campeão, ele mandou um recado muito claro. “Muito obrigado pelo apoio aos meus fãs do fãs, só que os brasileiros que me desculpem, mas o José Aldo é meu objetivo. Eu quero o cinturão que é dele, é minha meta, e farei de tudo para tê-lo.”

Mas você ficou chateado por terem colocado o Eric Koch para disputar o título antes de sua luta? Não fiquei. Já tinha essa luta marcada contra o Dustin, não teria como enfrentá-lo quando o UFC tinha marcado [em 21 de julho]. Acho que vou ter minha chance se disputar o cinturão dependendo de como lutar. Se eu conseguir uma boa vitória, terei a oportunidade.

Contra o Poirier, qual será sua tática? Apostará na luta em pé ou no chão? Temos muitas estratégias para essa luta, estou pronto tanto para lutar em pé quanto no chão. Então vamos esperar para ver o que vai acontecer e colocar em prática na hora.

Em sua última luta, contra o Mark Homminick, você contava em conseguir um nocaute em apenas 7 segundos? Claro que contava com o nocaute, fui lá para nocautear, mas fui uma surpresa para mim ter sido tão rápido.

Explica para o pessoal do Brasil de onde veio seu apelido. Você tem algum problema com ele? Ele me foi dado pelos meus colegas de treino, quando estava na Korean Top Team. Eles me chamavam assim pois não caia, ele me batiam e continuava indo para frente, parecia um zumbi. Depois, quando fui lutar no Japão, acabaram me chamando de Zumbi Coreano e pegou. Eu gosto muito dele, pois tenho muito orgulho de poder representar meu país com ele.

Como você começou a lutar? Li que você sofreu bullying quando era criança… Eu era muito fraco, muito tímido e introvertido quando era pequeno, sofria um pouco com meus colegas. Mas comecei a fazer kempo e na adolescência fui para o kickboxing. Já na faculdade, estudei lutas e me formei em MMA.

O que mudou na sua vida lutar no UFC? Aconteceu muita coisa boa para mim lutando na Coreia e no Japão, mas tem muito mais gente vendo o UFC. Não tem como negar o reconhecimento ou a fama estando no Ultimate. E o dinheiro é melhor também (risos). É muito importante para mim representar a Correia do Sul no maior evento de MMA do mundo.

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Anderson flerta com autoajuda, mas surpreende com sinceridade e revelações em livro

Sinceridade de Anderson surpreende

Livro de lutador de MMA flerta com autoajuda, mas oferece revelações

JORGE CORRÊA
DO UOL

Mesmo apontado como melhor lutador de MMA (artes marciais mistas) de todos os tempos, Anderson Silva só agora obteve amplo reconhecimento em seu próprio país.

Veio com a explosão desse esporte para o grande público, mesmo tendo quase 15 anos de uma bem-sucedida carreira, mas já na fase final.

O ano de 2011 marcou essa virada e, pouco mais de um ano depois, uma autobiografia é lançada para explicar as origens desse “novo” personagem. “Anderson Silva – O relato de um campeão dos ringues e da vida” (Sextante, R$ 29,90, 176 págs.) é, como diz o nome, um sincero relato do lutador sobre sua vida ao jornalista Eduardo Ohata, colunista e repórter da Folha.

Educado de maneira militar pelos tios que o que criaram na capital paranaense e crescido sob a rígida ética das artes marciais, Anderson em diversos momentos flerta com a autoajuda durante sua narrativa. Os percalços da vida lhe deram esse escudo, que ele levou para o livro.

Mas jamais essa publicação poderia ser enquadrada como autoajuda. Ela é essencialmente sua história. O livro gira em torno de três eixos. O primeiro é sobre as dificuldades e dramas que teve durante a infância e a juventude, o segundo conta sua formação como lutador de artes marciais e o terceiro é focado em detalhes de momentos famosos de sua carreira.

Em uma narrativa rápida, fácil e dinâmica, Anderson surpreende pela sinceridade e pelas revelações que fez.

Mesmo com seu ar descontraído e brincalhão, ele sempre evitou entrar em detalhes sobre seu passado humilde, sobre seus dramas familiares e sobre as dificuldades que passou durante sua carreira.

Dificilmente os fãs não vão se emocionar com a separação que teve de sua mãe, com os episódios de racismo, quando foi acusado de roubo, quando perdeu uma das filhas, ou até mesmo quando pensou em matar um rival.

Silva viu sua fama ganhar uma proporção enorme após assinar com a agência do ex-jogador Ronaldo, a 9ine. Desde então, frequenta programas de auditório, aparece em capas de revistas e estrela várias campanhas publicitárias.

Sua autobiografia fecha o ciclo de reconstrução de sua imagem. Além de aproximá-lo do público com os dramas pelos quais passou, o livro traz à luz importantes passagens de sua carreira e dá sua versão sobre episódios controversos que protagonizou.

Com muito didatismo para os iniciantes no MMA, o relato também atrai os fãs de longa data, que encontrarão as explicações de Anderson para as polêmicas com Demian Maia e Vitor Belfort, por exemplo. Também há um capítulo para a épica luta com o falastrão Chael Sonnen, belo aquecimento para a revanche que está para acontecer.

*Esse texto foi publicado no caderno de esporte do jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira.

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Técnico de Chael Sonnen, brasileiro põe cinturão a leilão e pode faturar mais de US$ 100 mil

Ex-finalista do reality show The Ultimate Fighter, o brasileiro Vinny Magalhães se revoltou de vez com o evento M-1, onde lutou entre 2010 e 2011. Atual técnico de jiu-jítsu do norte-americano Chael Sonnen para a luta contra Anderson Silva, o lutador colocou em um site de leilão o cinturão dos meio-pesados que conquistou pelo torneio.

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Ele acusa a M-1 de ter atrapalhado seu possível retorno para o Ultimate quando teve uma proposta no ano passado e vem reclamando duramente das baixas bolsas que recebia. Mas agora, ele pode acabar ganhando uma bolada por conta desse cinturão – o qual ele já até colocou em um vaso sanitário e postou uma foto nas redes sociais.

Depois de o lance inicial ter sido de apenas US$ 0,95 o cinturão agora lá está valendo quase US$ 100 mil no site de leilões virtuais – pelo menos até o momento em que esse post foi fechado. Para ver o atual valor e quem sabe até dar um lance, basta entrar no site.

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Programa mostra Cigano no Olodum e Frank Mir atirando durante preparação para o UFC 146

Já é tradicional nos Estados Unidos um programa de TV em dois episódios mostrando os bastidores da preparação das grandes lutas do UFC. E com Junior Cigano e Frank Mir não foi diferente. Foi ao ar no último fim de semana o muito bem produzido primeiro capítulo do UFC Primetime – Dos Santos vs. Mir.

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Além de mostrar a preparação dos dois lutadores para a disputa de cinturão dos pesados no próximo dia 26 de maio, ele também apresentou momentos de descontração dos dois. O choque cultural nesse caso é impressionante. Enquanto Cigano aproveitou uma folga para ir a uma apresentação do Olodum em Salvador, Mir foi praticar tiro em um stand com armas muito pesadas.

Já durante os treinos, o brasileiro contou com a ajuda de Rodrigo Minotauro e minimizou o jogo de chão de seu adversário. “Ele não é homem, ele desiste do movimento no meio”, alfinetou Junior. A preparação de Cigano também pareceu ser mais tranquila, mais focada que a do norte-americano.

Em Las Vegas, Frank Mir apresentou sua própria academia. Ele montou seu camp para poder ter sua família próxima o tempo todo. Pai, mulher e os três filhos pequenos estão lá o tempo todo. “Eu tenho de dividir meu treino com coisas do cotidiano. Fazer compras, ir na escola dos meus filhos. Foi a maneira que escolhi de me preparar”, explicou.

Para quem está com o inglês afiado, vale muito a pena assistir ao programa completo no vídeo abaixo. Dá para colocar legendas em inglês também.

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Drama pessoal não vira pieguice e carismáticos marcam episódio mais emocionante do TUF

O oitavo episódio do reality show The Ultimate Fighter mostrou uma evolução do programa com uma edição mais madura. Depois de apelar em diversos momentos à emotividade barata, usando as histórias de vida dos lutadores, o show mostrou que mesmo quando os participantes têm dramas pessoais, não é necessário fazer uma edição piegas.

>> Confira tudo na página especial do TUF Brasil
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Na primeira oportunidade que teve de escolher um combate, Wanderlei Silva definiu as duas últimas quartas de finais dos pesos médios. Na luta desse episódio, se enfrentaram Thiago Bodão, da equipe de Vitor Belfort, contra Massaranduba. O último combate dessa primeira fase será entre Delson Pé de Chumbo, aluno do Wand, contra Serginho Moraes.

Os dois escolhidos para a luta desse episódio logo de cara mostraram que não tiveram vida fácil até chegar ao programa. Bodão teve um câncer quando criança, chegou a ser desacreditado pelos médicos e, ainda depois de curado, disseram que ele nunca poderia fazer esforço físico. Já Massaranduba teve de enfrentar dificuldades com sua família na roça, trabalhar “na lida”, e até hoje sua mãe não aprova sua carreira de lutador.

Mas em nenhum momento a edição ficou pisando na história dos dois, e os próprios não usaram um discurso de superação e de autoajuda. Mas todos os participantes da casa ficaram tocados com o combate, por eles serem dois dos mais queridos da casa.

Massaranduba ganhou o público desde a estreia do TUF Brasil com seu jeito simples de falar. Virou sucesso imediato nas redes sociais e na casa é disparado o que tem mais carinho dos outros. Já Bodão apostou em seu jeito calmo fora do ringue, mas um leão treinando e lutando.

Dentro do octógono, a luta também foi na base da pura emoção. O comandado de Wanderlei foi melhor no primeiro round e começou melhor no segundo, principalmente no ground-and-pound, mas ficou nitidamente cansado. Com isso, Bodão se aproveitou e passou a castigar o rival junto da grade, com a luta indo para o terceiro round de desempate.

Então começou o drama. Exausto, Massaranduba não conseguia ficar em pé e o árbitro Mario Yamazaki dizia que ia encerrar o combate. Então Bodão começou a gritar “levanta! Levanta! Pensa na sua família!”, mas seu adversário desistiu do combate por não ter mais forças.

Todos os participantes se emocionaram com aquele final, muitos choraram – principalmente Daniel Sarafian – mas a emoção estava nos participantes, não na edição. Lição aprendida.

>> Confira aqui todos os detalhes do episódio

Curtas do TUF Brasil: (1) O episódio começou com mais uma vez Wanderlei e Vitor discutindo por conta da luta entre os amigos Rony Jason e Gasparzinho. (2) Pequeno Gaspar teve dois momentos engraçados, um imitando o Wanderlei e outro correndo pelado pela casa e levando uma chinelada do Pé de Chumbo.  (3) Ah, as ações ridículas de merchandising…

TUF Brasil

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Homem mais forte do mundo precisa de 39s para atropelar veterano Bob Sapp; assista

O lutador que já foi um dos bichos-papões do extinto Pride agora não passa de um saco de pancadas. Em sua nona derrota em suas últimas dez lutas, o veterano Bob Sapp foi vítima fácil para o polonês Mariusz Pudzianowski, ganhador por cinco vezes seguidas do concurso de homem mais forte do mundo.

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Após uma entrada digna do japonês Pride, com muita pirotecnia dos dois lados no evento KSW na Polônia, Pudzianowski partiu com tudo para cima. Sapp ainda conseguiu defender uma sequência de joelhadas no clinch, mas o lutador da casa logo pôs o norte-americano para baixo e conseguiu o nocaute com uma saraivada da golpes.

Confira a luta no vídeo abaixo.

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TUF Brasil: Fofoca faz auxiliar de Wand tirar satisfação com aluno de Belfort e clima esquenta

O clima esquentou de vez na casa do reality show The Ultimate Fighter Brasil, principalmente depois da luta entre os amigos Rony Jason e Gasparzinho no último episódio. O site do programa divulgou um trecho em mostra um princípio de confusão entre Renato Sobral, o Babalu, assistente técnico de Wanderlei Silva, e Daniel Sarafian, um dos lutadores do time de Vitor Belfort.

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E a confusão toda aconteceu por conta de uma fofoca. Renê Fortes contou para Babalu que Daniel, em uma conversa, disse que tinha pegado o próprio Babalu com uma guilhotina durante um treino no passado. E uma das regras de honra mais importante dos lutadores é de nunca se comentar fora do tatame o que se passou em um treinamento.

Revoltado com o comentário de Sarafian, Babalu foi tirar satisfações e os dois quase brigaram. Leia abaixo a transcrição da “conversa” que eles tiveram:

Babalu: Vou te falar uma parada. Tu tá falando que tá me pegando? Vou te meter porrada!

Sarafian: Falando o que?

Babalu: Tu anda falando que tá me pegando… Vou te me ter-lhe a porrada

Sarafian: Como assim, brother?

Babalu: Você fica falando m**da por aí.

Sarafian: Que falando m**da?

Babalu: Voce tá falando por ai..

Sarafian: Não to falando m**da nenhuma. Você tá achando que vai falar qualquer coisa na minha cara e eu vou ficar quieto?

Babalu: Você é que tá falando as coisas

Sarafian: Que pega ou não pega…??

Werdum: Sarafian, voce tá grandão porque tá na TV, sabe que se fosse na rua era diferente.

Sarafian: Eu sou homem brother, não tê falando p**ra nenhuma

O debate continuou e Daniel Sarafian ainda criticou Fabrício Werdum e cutucou Renato Babalu. “O cara errou de falar que na rua é diferente. Ele não me conhece. Como que ele vem me ameaçar? E o Babalu, se pegar peguei e vou pegar de novo, pode por aí na câmera.”

O caso se encerrou com Daniel pedindo desculpas para todo mundo, mas levando uma lição de moral de Babalu. Mas a frase que melhor resume tudo o que aconteceu, foi dita por Serginho, um dos participantes mais experientes do programa.

“Se fosse uma casa só de mulher, não tinha tanta fofoca quanto tá tendo.”

Para ver o vídeo da confusão, basta entrar no site oficial do TUF Brasil.

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