Blog Na Grade do MMA

Veja como estão TODAS as disputas de cinturão do UFC
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Jorge Corrêa

Vitor Belfort

Vitor Belfort

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O UFC está em um raro momento em que quase todos os cinturões estão com seus futuros definidos. Com as lutas casadas nas últimas semanas, apenas o título feminino peso galo, de Ronda Rousey, está parado. Vou contar então onde, quando e como acontecerão todas as lutas por cinturão, em ordem cronológica.

Dillashaw x Barão – Cinturão dos galos – UFC 177 – 30 de agosto

Apenas três meses depois da mais surpreendente disputa de cinturão dos últimos tempos, o brasileiro terá a chance de tentar retomar o título. Agora, o fator surpresa pode vir de Barão, que explicou que não estava 100% naquele combate. Dessa vez, o potiguar promete vir inteiro.

Johnson x Cariaso – Cinturão dos moscas – UFC 177 – 30 de agosto

Outro que volta rapidamente a colocar o cinturão em jogo é Johnson, que vai para sua quinta defesa – continua como único campeão da categoria na história do UFC. Depois de limpar o top 5, o Ultimate apressou as coisas e colocou o oitavo do ranking dos moscas nessa contenda.

Jones x Cormier – Cinturão dos meio-pesados – UFC 178 – 27 de setembro

Com a lesão de Alexander Gustafsson e o adiamento da revanche, Daniel Cormier finalmente ganhou sua chance de enfrentar o desafeto Jon Jones. Na verdade, essa era desde o começo a luta que o campeão queria por já ter derrotado o sueco. “Carne nova'', como disse Bones.

Aldo x Mendes – Cinturão dos penas – UFC 179 – 25 de outubro

Mais uma revanche. Os dois voltam a se enfrentar no Rio de Janeiro, agora no ginásio do Maracanãzinho, dois anos e meio depois de Aldo ter nocauteado o norte-americano e feito história ao correr para o meio da torcida, cena que já está nos anais do UFC.

Velasquez x Werdum – Cinturão dos pesados – UFC 180 – 15 de novembro

Os dois vão se enfrentar no primeiro evento do UFC no México depois de serem técnicos na edição latino-americana do TUF. Será a chance de o Brasil retomar o cinturão da categoria depois das duas surras que Junior Cigano levou do atual campeão.

Weidman x Belfort – Cinturão dos médios – UFC 181 – 6 de dezembro

Com Belfort liberado para lutar em Las Vegas depois da proibição do TRT e de um polêmico flagrante em um antidoping surpresa, Weidman pode aumentar seu currículo como algoz de brasileiros. Ele já venceu Anderson Silva (duas vezes) e Lyoto Machida – além de Demian Maia.

Pettis x Melendez – Cinturão dos leves – UFC 182 – 3 de janeiro

Será a primeira defesa do campeão depois de um longo tempo afastado por conta de uma lesão. Os dois ainda serão os treinadores do TUF 20, edição que vai definir a primeira campeã feminina peso palha. Melendez também terá sua segunda chance de se tornar campeão do UFC.

Hendricks x Lawler – Cinturão dos meio-médios – UFC 182 – 3 de janeiro

Dana White já confirmou a revanche entre os dois, mas não oficializou a data, apenas indicou que pode acontecer nesse mesmo evento especial de Ano Novo, no mais tardar no do começo de fevereiro, no Super Bowl. Tudo isso porque o campeão ainda se recupera de lesão.

Ronda Rousey

A campeã imbatível está sem rival definida e deve passar por uma cirurgia no joelhos nas próxima semanas, por isso não deve lutar novamente antes do final do ano. Ainda há o sonho da aposentada Gina Carano ser sua próxima rival. Mas a adversária deve mesmo sair da luta entre Amanda Nunes e Cat Zingano no UFC 178.


“Eu sabia que tinha de machucá-lo muito”, diz Johnson sobre Minotouro
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Jorge Corrêa

“Quando se enfrenta um cara como Minotouro, você pensa: 'OK, será uma batalha, porque seu sobrenome é Nogueira e isso significa muito'. Esses caras lutaram muito no Pride, então eu sabia que tinha de acabar logo a luta ou machucá-lo muito, para os juízes não terem chance de ver outra coisa que não seja minha vitória. Estou feliz de ter terminado nessa maneira.''

Foi dessa maneira que o norte-americano Anthony Johnson avaliou sua vitória avalassadora sobre Rogério Minotouro no UFC no último sábado, na cidade californiana de San Jose. Ele precisou de apenas 44 segundos para nocautear o lendário lutador brasileiro. Nesse pequeno espaço de tempo, ele acertou oito golpes de 17 tentados. Pelo menos dois uppers certeiros definiram o nocaute.

Com sua segunda vitória desde que voltou ao UFC, somando oito resultados positivos consecutivos, Johnson se colocou de vez no cenário dos meio-pesados da franquia. Para o presidente Dana White, ele ainda precisa de mais uma boa luta para ficar perto de disputar o cinturão, atualmente nas mãos de Jon Jones.

“Ele ainda precisa de mais uma luta antes de chegar ao posto top contender da categoria. Mas foi uma performance incrível. Foi inacreditável a maneira que ele lutou. Ele fez tudo muito rápido e parecer fácil. Vou conseguir para ele outra grande luta.''


Análise: Minotouro encara volta de alto risco contra um embalado Johnson
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UOL Esporte

O UFC vai pra Califórnia e neste sábado tem brasileiro entre seus principais lutadores: Rogério Minotouro volta de uma série de lesões para encarar uma parada duríssima contra Anthony Johnson, quinto do ranking dos meio-pesados. Já o combate mais esperado da noite terá uma guerra em pé entre Robbie Lawler e Matt Brown. Veja a análise completa no vídeo:

Rogério Minotouro, lutador de MMA
Rogério Minotouro, lutador de MMA

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Azarão? Minotouro evoca espírito do Pride em retorno e quer mais 6 lutas
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UOL Esporte

Rogério Minotouro, lutador de MMA
Rogério Minotouro, lutador de MMA

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Veteranaços de MMA, os irmãos Nogueira já chegaram a um ponto da carreira em que praticamente falam mais sobre aposentadoria do que sobre lutar. Rodrigo Minotauro definiu: faz mais duas lutas e para. Rogério Minotouro, o irmão gêmeo, não vai imitar: quer fazer mais seis lutas e não tem problemas em ser um quarentão nos octógonos. Mas, para manter os objetivos, ele tem parada muito dura, já que volta depois de um ano e meio parado para enfrentar o embalado Anthony Johnson, quinto no ranking.

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  • http://esporte.uol.com.br/enquetes/2013/11/04/os-irmaos-minotauro-e-minotouro-devem-continuar-lutando-apesar-da-idade.js

“Nunca parei para pensar em quando e como vamos parar. Mas eu ainda quero fazer cinco ou seis lutas. Eu me sinto bem, venho treinando muito bem”, afirmou o baiano.

Nos números, Johnson é amplo favorito a vencer um Minotouro ainda questionado sobre seu físico, após várias lesões, e sobre sua técnica aos 38 anos. Mas o baiano sabe lidar com isso. Em entrevista ao blog, ele se mostrou mais ligado ao presente, à estratégia e ao final de preparação, que ao seu passado, mas admitiu que gosta de relembrar seus melhores momentos para chegar inspirado ao combate.

“Nessas horas o foco é na estratégia, mas antes a gente tem, que pensar no que já fez no UFC, no Pride e tantos eventos. Eu já enfrentei e venci gente tão boa quanto o Anthony Johnson. Lutei contra Overeem, Henderson, Shogun então é sempre bom levar esse espírito para a luta, mas sabendo que quando é hora de subir no octógono, temos de viver o presente”, disse Minotouro.

O meio-pesado se disse recuperado da lesão nas costas e garantiu que teve uma reta final de treinos com 100% de sua forma física à disposição. A ideia é pegar todo o “hype” que se criou em torno do rival desde que ele voltou ao UFC – ele não perde há sete lutas – e reverter para ele próprio, para se tornar desafiante ao cinturão de Jon Jones.

“Eu me sinto muito bem para lutar, já vinha treinando muito duro e receber a notícia de que faria uma luta tão boa quanto essa foi ótimo. Enfrentar um cara como o Anthony Johnson, que vem num bom momento, é sempre bom. Ele é cotado para o cinturão, mas sei que com uma vitória eu posso reverter isso a meu favor. Vencendo, sei que fico numa boa posição na categoria”, avaliou Minotouro.

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  • http://esporte.uol.com.br/enquetes/2014/07/24/quem-vencera-este-confronto-de-meio-pesados-do-ufc-deste-sabado.js

Sobre o combate, em si, ele não fala abertamente sobre estratégia, mas tem armas bem conhecidas de todos para tentar vencer a força, a rapidez e a pressão que deve sofrer de Johnson. “Ele é um lutador que aceita a luta em pé, tem um repertório bom, com cruzados, golpes de vários ângulos… Mas por aceitar, me dá chance de estratégias para usar bem o meu boxe. Tudo vai depender de como a luta acontece, mas também sou faixa-preta de jiu-jítsu há mais de dez anos, então, se ele der espaço, vou finalizar”.

Anthony Johnson teve duas passagens pelo UFC. Na primeira, acabou demitido depois de falhar na pesagem para o UFC Rio 2 e ser finalizado por Vitor Belfort. Ele foi para eventos menores, chegou ao World Series of Fighting e retornou ao Ultimate com seis vitórias seguidas. Desde então, venceu Phil Davis, um dos melhores em seu peso e manteve seu status de candidato ao cinturão. Johnson é 5º no ranking dos meio-pesados; Rogério não está na lista.


Minotauro anuncia a aposentadoria: ‘Farei só mais duas lutas’
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UOL Esporte

Rodrigo Minotauro
Rodrigo Minotauro

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“Tenho 38 anos e certamente não vou lutar após os 40. Na verdade, minha aposentadoria deveria ter acontecido aos 35, mas fui adiei algumas vezes. Farei apenas mais duas lutas, que estão previstas em meu contrato”

Simples, direto e objetivo. Muito se fala e discute sobre o momento da aposentadoria, mas agora é da boca do próprio Rodrigo Minotauro que podemos saber o que acontecerá. O baiano enfim anunciou – em entrevista à TV Globo do Maranhão, reproduzida pelo site do UFC – o plano com que dará fim a uma carreira que fez dele uma lenda do MMA.

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Para muitos, a melancólica derrota por nocaute para Roy Nelson em Abu Dhabi, no último mês de abril, deveria aposentar o veterano de 38 anos. A maioria, diga-se de passagem, defendia isso por respeito à imagem de Minotauro. Mas o espírito de lutador fala mais alto. Ele quer cumprir os últimos dois compromissos que tem no contrato com o UFC.

Como já havia dito, Minotauro deve se manter fora de ação por todo este ano, depois de passar por uma cirurgia de ligamento do joelho.

A volta está programada, mas ainda não há uma data para de fato pisar no octógono ou um rival definido:

“Estou afastado por recomendação médica. Mas em janeiro de 2015 volto com tudo a treinar.”

Tags : minotauro


Um metaleiro morto no palco e o dia mais maluco da vida de Matt Brown
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UOL Esporte

Matt Brown

Matt Brown

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Por Maurício Dehò

8 de dezembro de 2004. Era só mais uma noite de show para Dimebag Darrell, guitarrista que virou lenda com o Pantera e seguia carreira na banda de heavy metal Damage Plan. Mas seria a última. Um homem invadiu o palco. Com arma em punho, puxou o gatilho. Três vezes. A terceira bala matou Dimebag instantaneamente, deixando órfãos os fãs que o viram mudar a cena da música pesada em duas décadas de carreira. A tragédia completa dez anos em 2014, mas ainda é uma memória vívida na cabeça de Matt Brown.

Brown, um norte-americano de 33 anos, faz a luta da vida neste sábado, em San Jose (EUA). Encara Robbie Lawler para ganhar a chance de encarar o campeão dos meio-médios Johny Hendricks. Em entrevista ao blog, ele falou de luta, é claro, mas também aceitou repassar os momentos de pânico provocados pelo atirador Nathan Gale – que era um fã descontente com o fim do Pantera.

Dimebag Darrell ficou famoso por seu trabalho no Pantera, sempre ousando nas guitarras e gravando clássicos como "Vulgar Display of Power" e "Cowboys From Hell". Quando ele morreu, a banda havia sido desfeita e o norte-americano tocava com o Damage Plan. Dimebag tinha 38 anos quando foi morto.

Dimebag Darrell ficou famoso por seu trabalho no Pantera, revolucionando o mundo das guitarras e gravando clássicos como “Vulgar Display of Power'' e “Cowboys From Hell''. Quando morreu, a banda havia acabado e o americano tocava com o Damage Plan. Dimebag tinha 38 anos quando foi morto.

O Matt Brown de 2004 não era este cara que pode treinar, comer e dormir, apenas se preparando para vestir suas luvas e entrar no octógono. Com um comportamento errático, ele já teve de lutar contra as drogas e chegou a sofrer uma overdose por consumo de heroína. Achou nas lutas um caminho para se reerguer, indo do boxe para o jiu-jítsu e chegando ao MMA.

À época do incidente com Dimebag, Brown trabalhava em uma empresa que fabrica molhos para salada na cidade de Columbus, situada no estádio norte-americano de Ohio. Fã de metal – aprecia grupos como o brasileiro Sepultura e, atualmente, o Avenged Sevenfold -, ele não sabia que o guitarrista se apresentaria com o Damage Plan naquele dia. Por ironia do destino, ele foi punido em seu trabalho por repetidos atrasos. Vagando pela rua, viu o anúncio na casa de shows Alrosa Villa. Ele já tinha visto o Pantera, então porque não curtir outra apresentação dos irmãos Dimebag e Vinnie Paul (baterista)?

A festa durou pouco, quase nada. Já na primeira música, tragicamente chamada “Breathing New Life” (Respirando Vida Nova), a vida de Dimebag foi interrompida.

Brown relata: “Estava quase na grade, só uma pessoa na minha frente, o segurança e a banda. Eu acho que era a primeira, e o som começou a abaixar, ficar embolado. Estava olhando para o vocalista e então os vi começando a parar, Vinnie Paul abaixando as baquetas… Olhei para Dimebag, vi que estava caído. Não ouvi tiro, então, achei que tinha sido esfaqueado. Depois começaram a dar outros tiros. Eu me escondi atrás de um pilar e uma pessoa próxima de mim levou um tiro no braço.”

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O lutador não queria simplesmente sair correndo. Ainda em liberdade, o atirador fez novas vítimas. Mais três pessoas morreram. Sete ficaram feridas. Brown queria tentar pará-lo. Por sorte, não chegou a tentar. A policia chegou e foi um policial que entrou pelas portas do fundo que atirou e matou o assassino.

“Eu apenas fiquei por lá, chocado, não sabia o que fazer, para onde ir. Ainda voltei para dentro da casa de shows. Vi Dimebag no chão, com a guitarra na mão, sangue por todo lado… Depois fiquei no estacionamento algumas horas, até a polícia ouvir todo mundo.”

A morte de Dimebag é uma das mais trágicas da cena metal, e para quem viu ao vivo, a cicatriz é ainda maior. “Dimebag era um cara que me inspirou, eu já toquei guitarra. Eles trouxeram positividade para minha vida, eu ouvia desde moleque. Foi a primeira grande banda de metal pesado mesmo que senti aquela energia. Nunca vou esquecer… Foi a coisa mais maluca que já vivi”, definiu o lutador.

A luta

Bom, mas vamos falar de luta também. Matt Brown é aquele cara brigador, queixo duro, que não se entrega. Robbie Lawler não foge dessa característica e a expectativa é de uma batalha sangrenta na trocação. É claro que, se depender só de Brown, a coisa será decidida com menos drama.

USA Today
Matt Brown, de 33 anos, tem uma carreira com 32 embates desde se profissionalizar, em 2005. Desde lá, o especialista na luta em pé soma 21 vitórias e 11 derrotas - sendo sete triunfos consecutivos. Brown que, luta na categoria até 77 kg, tem 1,83 m de altura, três a mais que Lawler

Drama, aliás, foi a marca de seu último combate, quando ele teve de virar o jogo contra o brasileiro Erick Silva e por nocaute técnico no terceiro assalto. “Foi uma luta muito importante. Mas todas são. Eu fiquei feliz com o resultado, mesmo tendo sido como foi. Sempre há um problema ou outro, nunca é fácil vencer, mas é como as coisas são”.

Será diferente quanto a Lawler? “Eu apenas amo lutar. Não tenho preferência em como acabar a luta. Se vier nocaute, finalização, tudo bem. Sempre tento acabar logo, mas não importa como venha”.

O curioso sobre a carreira de Brown é que o norte-americano foi ao fundo do poço antes da acelerada e embalada que podem levá-lo à disputa de cinturão dos meio-médios: entre 2010 e 2011, ele perdeu 4 de 5 lutas, sendo finalizado em todas. Depois disso, já são sete triunfos em série, todos no UFC, sendo seis por nocaute.

Mas, para ele, nada mudou: “Não houve algo especifico. Eu apenas fiquei trabalhando duro, fui para a academia, acreditei e as coisas aconteceram”. E o trabalho será bem testado neste sábado, já que Lawler é, sem dúvidas, o grande desafio da carreira de Brown até hoje.

Tags : matt brown


Gladiador do 3º milênio usa “chute Sparta” e vence por nocaute
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UOL Esporte

Por Maurício Dehò

Frontal, rodado, rabo de arraia, pé no ouvido… Já vimos todo tipo de chute rendendo vitórias memoráveis no MMA. Bom, quase todos. O nocaute que apresentamos hoje realmente faz jus ao complemento “de cinema''. Isso porque ele literalmente tem algo que saiu das telonas, e no estilo “Gladiador do 3º milênio'', aquele bordão que o Galvão Bueno lançou há um tempo.

Uma das cenas mais marcantes do clássico do cinema “300″ é a cena com o famoso grito “This is Sparta!'', quando Leonidas dá um chute no peito de um rival e o derruba buraco abaixo. Ela se repetiu dentro de um cage.

Aconteceu no evento amador Gladiators of the Cage – nome sugestivo, não?! Josh Fremd encarou Jeremy Sakuta e, lá pelas tantas, conseguiu um knockdown. Com o rival já avariado, mas em pé novamente, foi então que surgiu o que podemos batizar de “chute Sparta''. A força do golpe fez Sakuta bater na grade e voltar. Fremd ainda deu um cruzado de direita e definiu a vitória. Veja o vídeo abaixo e pule para 7min35 para ver o nocaute

Sangue, suor e… 'porrada'

Sangue, suor e… 'porrada'

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Tags : nocaute


Polêmica: Pride liberava lutadores a usar esteroides? Veterano diz que sim
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UOL Esporte

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Por Maurício Dehò

Já faz muito tempo que ecoam as acusações de que os lutadores do Pride se dopavam e tomavam esteroides para melhorar a performance. Boatos, dedos apontados e denúncias. Mas nunca provas. Até agora.

O veterano lutador americano-japonês Enson Inoue resolveu fazer barulho na Internet, ao divulgar o que diz ser um trecho de um contrato com o evento japonês. Nele, lê-se as políticas antidoping adotadas pela organização. E se drogas como maconha e cocaína rendiam punições, os esteroides não – de acordo com o texto.

Em seu Facebook, Inoue acusou: “Nos contratos do Pride, estava especificamente documentado que eles não estavam testando para esteroides”.

A imagem mostra o artigo do suposto contrato.

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“Uso ilegal de narcóticos. Lutadores concordam em ser testados imediatamente após a luta em cada evento, para confirmar que não usam maconha, cocaína, heroína e barbitúricos. Se o resto for positivo, então, o lutador tem de perder todo o pagamento previsto no acordo. Estimulantes para melhora na performance da família baseada em esteroides são especificamente excluídos do escopo do teste.”

Parece bem claro, não? O doping e o uso de esteroides e substâncias para melhora de performance são uma constante polêmica no MMA, ainda mais nos atuais dias, com as consequências do uso e da proibição do TRT e dos casos de Wanderlei Silva, Chael Sonnen e Vitor Belfort.

Enson Inoue tem 47 anos e não é considerado aposentado, mas só lutou uma vez nos últimos dez anos. Ele ostenta um cartel de 12 vitórias e 8 derrotas, triunfou contra Antz Nansen em seu último compromisso e fez cinco lutas no Pride, saindo vencedor só de uma delas.

Sangue, suor e… 'porrada'

Sangue, suor e… 'porrada'

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Tags : pride


Por que McGregor tem tudo para ser o cara do UFC
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Jorge Corrêa

Sangue, suor e… 'porrada'
Sangue, suor e… 'porrada'

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Não é por um acaso a empolgação do UFC com o irlandês Conor McGregor. Sua atuação avassaladora conta Diego Brandão deixou claro que peso pena de 26 anos tem tudo para ser O cara dentro da franquia. Vou explicar abaixo os motivos para ele estar nessa posição e isso pode ser um enorme problema para o Brasil.

1) Ele é bom: Não se faz um grande ídolo só com propaganda ou empolgação. Conor é um grande lutador, com uma técnica muito afiada, principalmente na trocação.

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2) Tem um estilo de luta empolgante: Com um kickboxing de alto nível, ele tem algo que lembra Anderson Silva na trocação. Por vezes usa a guarda baixa, mas o mais interessante é a qualidade e a precisão de seu ataque. São jabs com a força de direto, chutes altos e rodados, golpes na linha de cintura. Difícil não se impressionar.

3) Falastrão inteligente: Assim como o “falecido'' Chael Sonnen, McGregor tem o dom da retórica. Com um sotaque carregado, tem discursos inteligentes que provocam todo e qualquer rival de sua categoria. Caso raro no mundo do esporte.

4) Personagem carismático: Ele se veste com ternos caros e bem cortados, está sempre com óculos escuro diferentes, curte a noite de Dublin com seus amigos, joga conversa fora sobre futebol, além dos discursos já citados acima. Boa praça e carisma puro.

5) Falta de ídolos europeus: Atualmente, o UFC tem apenas o sueco Alexander Gustafsson como grande nome vindo da Europa. Conor surge nessa lacuna, ainda mais agora que finalmente o Ultimate tentará crescer no Velho Continente. Ele tem potencial para fazer o que os ingleses Michael Bisping e Dan Hardy não conseguiram.

6) Problema para o Brasil: Com todo esse potencial, o UFC com certeza tem o desejo de colocar Conor McGregor em uma disputa de cinturão em breve. Ou seja, ele pode entrar no caminho do único título que o Brasil ainda tem, o dos penas de José Aldo.