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Assista à joelhada que deu o cinturão a Werdum na super câmera lenta
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Belfort diz que TRT era “chato” e que está mais magro, forte e rápido
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Vitor Belfort
Vitor Belfort

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Por Maurício Dehò

“O Chris é um lutador jovem e tem o que é meu. E eu vou lá pegar. Para mim, foi uma melhora muito maior (a proibição do TRT no UFC), porque eu saí, larguei aquilo, um tratamento que era muito chato, muito incômodo para mim, e estou mais forte, mais magro e mais rápido. Então, para mim, foi uma maravilha. Não interessa o que meu sangue fala, não interessa qual o resultado que está no meu sangue. Interessa o resultado que está na minha cabeça”

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Vitor Belfort falou mais uma vez de sua condição física. Desta vez em entrevista ao Sensei SporTV, o carioca disse que passar por toda a reposição hormonal era um processo incômodo, e que usou o ano de 2014 para se reinventar tanto na preparação física quanto na parte técnica.

Ele encara Chris Weidman em 28 de fevereiro, em Los Angeles (EUA), e sofre uma chuva de críticas, mesmo com o tratamento de reposição de testosterona banido há nove meses e sua passagem com sucesso por um teste antidoping surpresa, resultado divulgado na última semana.

“O importante é você não ter desculpa. Foi proibido? Não tem problema. Eu continuo e é ‘caldo’ nos caras. Eu usei o ano de 2014 para aprimorar novas técnicas. Eu sei que é difícil entender, mas eu melhorei! Tenho melhorado minhas habilidades, aquelas que eu achava que poderia melhorar, melhorei meu chão, minha parte de chutes, de boxe e partes de movimentação, força e resistência.


Brasileiro dá maior salto no ranking e já é realidade na briga pelo título
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Por Maurício Dehò

O novo ranking do UFC teve um brasileiro com a maior evolução entre os lutadores que lutaram este fim de semana, em Austin, Texas (EUA). O triunfo dominante contra Bobby Green, que era top 10 da lista dos leves (até 70 kg), catapultou o fluminense de Nova Friburgo: do 11º lugar para o sexto. Se antes não tinha a menor chance, agora Edson já vira uma realidade na briga pelo cinturão.

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Green era o sétimo do ranking antes do duelo entre eles e, portanto, entrou como favorito na luta. Mas, na base de seus famosos chutes, Edson conseguiu controlar as ações, minar o norte-americano e até conseguir knockdown com um chute rodado. A vitória foi sem sustos, com absoluto domínio, e isso foi reconhecido. Green caiu para nono na lista, e o sexto lugar de Edson mostra um empate dele com Josh Thomson.

Ainda há muita concorrência à frente da categoria leve, uma das mais enroladas do UFC. Mas, Edson, que começou a brilhar no Ultimate com o nocaute em chute giratório que ganhou prêmios em 2012, pode virar um desafiante em pouco tempo, dependendo do que acontecer com os rivais à sua frente.

O cinturão peso leve está parado desde agosto de 2013, quando Anthony Pettis o tirou de Ben Henderson. Agora, o norte-americano o defenderá pela primeira vez no próximo dia 6, contra Gilbert Melendez. O futuro da categoria ainda é uma incógnita e depende muito deste resultado.

À frente de Edson, temos, de 1º a 5º: Gilbert Melendez, Khabib Nurmagomedov, Rafael dos Anjos, Donald Cerrone e Benson Henderson. Nurmagomedov está afastado por lesão. Dos Anjos pega Nate Diaz em uma boa luta no dia 13 de dezembro. Cerrone está embalado com cinco vitórias e pega Myles Jury (8º) em 3 de janeiro. E Henderson encara Eddie Alvarez no dia 18 de janeiro.

Tentar traçar um cenário para esta série de lutas marcadas é complicado. Mas, no momento, Cerrone e Rafael dos Anjos estão em boa posição para lançar desafios ao campeão, caso passem por seus oponentes.

A Edson ainda resta um pouco de paciência e contar com a sorte quanto ao destino de seus rivais. Principalmente se conseguir outra luta rapidamente, vencer bem e seus rivais perderem ou se machucarem, uma luta pelo cinturão pode simplesmente cair no colo do “rei dos chutes”. E seus últimos resultados provam que ele está ficando pronto para assumir este desafio.

MAIS MUDANÇAS - Entre os outros lutadores que tiveram alterações no ranking, Frankie Edgar foi outro destaque. O ex-campeão dos leves e hoje peso pena venceu Cub Swanson e foi de terceiro para segundo na sua atual categoria. No peso por peso, Anderson Silva ganhou uma posição ao passar Ronda Rousey e agora é o sétimo colocado.

Edson Barboza
Edson Barboza

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Uau! Lutador não nocauteia com a 1ª cotovelada giratória, mas vence na 2ª
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Por Maurício Dehò

Persistência é a palavra. Um lutador de MMA conseguiu uma vitória com um golpe que pode ser considerado inovador. A cotovelada giratória é um movimento que já foi usado algumas vezes, mas não uma dupla cotovelada giratória.

Imagens vem circulando pela web sem informações sobre o evento ou os lutadores. Mas, o que importa mesmo é o belo golpe e a perseverança do vencedor.

Nas imagens, é possível ver os lutadores ficando próximos, quase em clinch. Um deles ousa: primeiro lança a cotovelada giratória de direita. O rival permanece em pé. Imediatamente, ele gira ao contrário. Agora é nocaute. Bela vitória.

Sangue, suor e… 'porrada'
Sangue, suor e… 'porrada'

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Tags : nocaute


Edgar pressiona irlandês com triunfo arrasador e mexe com futuro de Aldo
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Por Maurício Dehò

Enquanto José Aldo observa de longe, sentado em seu trono e reinando com pompa na categoria pena do UFC, os concorrentes se digladiam pelo papel de desafiante. O UFC deste sábado, no Texas, teve papel fundamental para definir o futuro do manauara. Como se sabe, o irlandês Conor McGregor é o preferido dos chefões do Ultimate, mesmo que ele tenha tido poucos testes contra os grandes da categoria. Mas, agora ele tem a pressão de uma vitória contundente de Frankie Edgar.

Edgar, ex-campeão dos leves, conquistou sua terceira vitória consecutiva como peso pena, embalando depois de perder seu duelo justamente contra o campeão José Aldo. O que ninguém imaginava é que ele PASSARIA O CARRO (sim, com letras garrafais) por cinco rounds e ainda finalizaria Cub Swanson no quinto giro, com um mata-leão.

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É claro que Edgar é um dos melhores lutadores do Ultimate. Não é à toa que foi campeão dos leves e fez algumas das lutas mais emocionantes da organização. Mas Swanson aparentava ter o suficiente para pelo menos fazer frente ao compatriota norte-americano, ainda mais depois de vencer seis vezes seguidas no UFC, com quatro nocautes. Foi derrubado, amassado no ground and pound e dominado.

O grande fato neste momento é: o UFC quer Conor McGregor contra José Aldo. Mas, ele precisa vencer seu combate em janeiro contra Dennis Siver. Uma derrota muda tudo. É aí que Edgar entra.

Entre os prós de McGregor, o irlandês falastrão é um dos maiores fenômenos de marketing destes tempos, com sua imagem de garoto problema, seu jeito falastrão, suas provocações e pelo fato de carregar a torcida de um país inteiro em suas costas – e aí estamos falando na potencial audiência da Irlanda e até do Reino Unido como um todo.

Além disso, José Aldo já comprou a briga, chamou McGregor de bobo da corte, e até a torcida brasileira está engajada contra o “novo Sonnen”. Vide as provocações pesadas de ambas as partes quando o irlandês esteve no Rio para eventos promocionais com o UFC.

O problema é que Edgar botou pressão com este triunfo sobre Swanson. McGregor precisa vencer, vencer bem e se manter saudável para ser o próximo rival de Aldo. Para o norte-americano, uma revanche dois anos depois de perder a primeira luta contra Aldo pode soar interessante, diante da falta de novos rivais, até porque o norte-americano lutou bem contra o brasileiro e foi derrotado por pontos.

Mas parece improvável. Se McGregor colocar todo o potencial na ponta das luvas contra Dennis Siver, ele conquistará mais uma boa vitória e garantirá sua boquinha, a vaga para lutar pela primeira vez pelo cinturão. A Edgar, confirmado este cenário, há duas possibilidades futuras: a melhor seria uma lutaça contra Chad Mendes, número 1 dos penas, e a segunda seria encarar Ricardo Lamas, sendo que em ambas aí sim ele seria uma opção clara para lutar pelo cinturão (Divagando: mas, se Edgar vencer um suposto duelo com Mendes ou Lamas, será que ainda seria contra Aldo uma disputa de cinturão, ou será que o manauara já teria vencido McGregor e enfim subido para o peso leve, hein?)


Ex-cheerleader de 20 anos arrasa rival, vence por nocaute e chora
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Por Maurício Dehò

Dançarina e ex-cheerleader, Paige Vanzant era uma baixinha agressiva e alvo de bullying das colegas por sua baixa estatura. Neste sábado, no Texas (EUA), a norte-americana estreou no UFC e pareceu ter se libertado das dificuldades que passou na mão de suas antigas “rivais”. Contra Kailin Curran, a lutadora de 20 anos conquistou uma vitória arrasadora, encerrada com um nocaute técnico no terceiro assalto e muitas lágrimas.

Tanto Vanpage quanto Curran eram estreantes no recém-criada peso palha, e a primeira é quem tomou conta das ações, totalmente. “Pilhada”, a lutadora conhecida como “Calibre 12”, por seu gosto de caçar e pescar, foi melhor tanto em pé quanto no chão e no último round conseguiu aplicar uma queda que deixou sua rival vulnerável ao ground and pound. Foi assim o desfecho da segunda luta no card texano.


Vanpage soube usar a pressão para anular a diferença de técnica na trocação, que era favorável a Curran. Apertando a havaiana por todo o combate, ela simplesmente deixou sua adversária sem ação.

Sempre colando Curran na grade, a “Calibre 12” aproveitou para dar muitos socos e joelhadas. No chão, esteve algumas vezes por baixo, mas em diversas oportunidades ficou muito perto de encaixar finalizações, principalmente chaves de braço.

“Eu sempre fico nervosa antes de lutas. Eu não senti antes, mas quando a jaula é fechada, vem tudo isso. Mas, por sorte, eu luto muito bem sob pressão. Ainda estou chocada!'', disse ela.

Com a vitória, Vanpage chega a quatro vitórias e uma derrota em sua carreira no MMA profissional. Kailin Curran, que curte pegar onda no Havaí nas suas horas vagas, conheceu sua primeira derrota da carreira, após três triunfos.

Ao fim do combate, a vencedora se jogou no chão e chorou bastante. “Estou muito feliz, meu coração está acelerado”, comemorou ela. A vitória ainda valeu o prêmio de luta da noite, com um bônus de US$ 50 mil para cada atleta. “Eu trabalho muito duro e tenho que agradecer à minha equipe. Eu só faço o que eles mandam.”

Vanpage foi cotada para disputar o TUF 20, que coroará a primeira campeã peso palha do UFC, mas sua idade a impediu de entrar no reality show. Assim, ela ganhou uma chance direto em eventos do Ultimate. A norte-americana de Sparks, Nevada, cresceu fazendo lutinhas de boxe com o irmão em seu quintal, mas primeiramente se apaixonou pela dança.

Ela foi cheerleader e até hoje dá aulas de dança. Na adolescência, sofreu bullying e prometeu abandonar completamente a carreira de cheerleader. Começou então a aprender MMA e não parou mais, encontrou seu mundo. A bela loira também tem trabalhos de modelo no currículo.


Ursinho Carinhoso é derrotado

O “Ursinho Carinhoso'' do UFC não bateu forte o suficiente para vencer sua estreia no UFC. O peso pesado Josh Copeland, que atende por este apelido fofo, foi derrotado por Ruslan Magomedov por pontos, conhecendo sua primeira derrota em dez combates.

Copeland tem esse apelido porque um amigo de treinos o chamava de urso, mas ele achava uma alcunha um tanto malvada. Assim, eles encontraram algo mais suave, que em inglês é Cuddly Bear.

Magomedov tem 13 vitórias e uma derrota, aumentando sua série invicta para oito combates, sendo dois pelo Ultimate.


Ex-cheerleader e surfista havaiana fazem duelo de estreantes no UFC
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Por Maurício Dehò

O MMA feminino não para de crescer, e o UFC tem abraçado bem as mulheres, desde o sucesso de Ronda Rousey. O mais legal disso é que, enquanto homens aparecem a rodo, são pouco notados e se perdem no meio da multidão, parece que o plantel de garotas é até mais atrativo, com talentos cheios de boas histórias e bastante potencial para brilharem no aspecto esportivo. Neste sábado, duas estreantes se encaram no UFC de Austin, no Texas (às 22h), e trazem um duelo interessante: uma surfista havaiana contra uma dançarina que é ex-cheerleader.

BRASIL: Edson luta por top 10 enquanto mulher está grávida de 9 meses

Já falamos um pouco de Paige Vanzant e do seu apelido “Calibre 12” no vídeo acima (dá uma olhada!), então comecemos pela Kailin Curran, mais uma peso palha debutando na categoria mais nova do Ultimate, para lutadoras de até 52 kg.

Jovem de 23 anos, Kailin nasceu em Ewa Beach, no Havaí. Aprazível, não? Como era de se esperar, ela cresceu indo para o mar com a prancha debaixo do braço. Mas, apesar do gosto pelo surfe, a norte-americana conta que a emoção de entrar no octógono é 100 vezes maior.

Os havaianos tem fama de briguentos fora do ringue, mas Kailin diz que nunca se meteu nesse tipo de confusão. Ainda criança, ela fez wrestling por influência do pai, mas não gostava. Seis anos depois, começou a treinar kickboxing em 2006, e na época competia apenas por diversão. Hoje a coisa é séria. Mudou-se para a Costa Oeste dos EUA para poder melhorar sua performance e seu cartel invicto: 3 vitórias, todas por pontos.

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O surfe é uma paixão secundária em sua vida. “Crescer no Havaí é ser mimado por ondas fantásticas, sol e praias, um cenário paradisíaco. Eu comecei a surfar aos 13 anos e curto porque é um desafio para mim mesmo. Lutar me lembra do surfe por eu estar sempre aprendendo algo novo, trabalhando, e amo isso. E meu namorado é surfista profissional, então às vezes pegamos onda juntos”, contou ela, ao Vice.

Ao mesmo tempo em que é durona, Kailin também se mostra frágil. Em entrevista em vídeo ao MMA Fighting, ela chorou ao falar do nervosismo que sente antes da luta.

“Acho que é a pior parte para mim, antes da luta. Eu fico tão nervosa… Eu penso, ‘por que estou fazendo isso? Alguém vai me socar na cara’. Mas depois as coisas fluem.”

A dançarina Calibre 12

Paige Vanzant já teve uma decepção com o UFC e não pôde disputar o TUF 20 por ser muito jovem. Mas, aos 20 anos, ganhou agora o direito de estrear diretamente na organização, sem passar pelo reality show. A norte-americana de Sparks, Nevada, tem três vitórias e uma derrota numa carreira marcada também pelo apelido curioso: Calibre 12.

Ela ganhou a alcunha por gostar de fazer atividades externas, incluindo pescar e caçar. Mas sua grande paixão antes do MMA foi dançar. Ela até hoje dá aulas e chegou a ser cheerleader, com uma passagem rápida pelo Portland Trail Blazers, da NBA.

“Eu dancei por 14 anos, estive um pouco com os Blazers e ainda dou aulas aqui em Sacramento (EUA). Mas eu sempre fui uma criança agressiva, brincava de boxe com meu irmão no quintal… Quando comecei no MMA, me apaixonei por isso, e pareceu algo natural”, explicou ela, ao MMA Fighting.

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Outro motivo para procurar um caminho mais intenso foi ter sofrido bullying. A vida competitiva dividida com outras cheerleaders era brutal, ainda mais por Paige ser baixinha perto de outras garotas a fez ser alvo de brincadeiras maldosas. À época, ela não tinha sequer 1,50 m de altura, contra o 1,62 m atual. “Foi algo importante na minha vida. Quando me mudei, prometi nunca mais ser cheerleader. Me maltrataram de todo modo, mas agora sou confiante, porque sei que se trombasse com esse tipo de garotas, saberia o que fazer.”

Vanzant também já realizou trabalhos como modelo. O belo rosto e os cabelos loiros compensam a falta de estatura, ao menos para realizar ensaios. Mas o foco está no MMA, em busca do cinturão peso palha e do possível recorde como mais jovem campeã da história. Sem uma marte marcial específica, tendo começado direto em treinos voltados ao MMA, ela se considera completa: “estilo livre”, define.

O UFC deste sábado começa às 22h (horário de Brasília). A luta das garotas faz parte do card preliminar e é logo a segunda da noite. O combate principal terá o ex-campeão dos leves Frankie Edgar enfrentando Cub Swanson na categoria pena. O brasileiro Edson Barboza encara Bobby Green no peso leve.

Veja o card completo da noitada de sábado

Card principal
Pena: Frankie Edgar x Cub Swanson
Leve: Bobby Green x Edson Barboza
Mosca: Brad Pickett x Chico Camus
Pesado: Jared Rosholt x Oleksiy Oliynyk
Mosca: Joseph Benavidez x Dustin Ortiz
Leve: Matt Wiman x Isaac Vallie-Flagg

Card preliminary:
Pesado: Ruslam Magomedov x Josh “Ursinho Carinhoso” Copeland
Médio: Luke Barnatt x Roger Narvaez
Leve: James Vick x Nick Hein
Leve: Yves Edwards x Akbarh Arreola
Palha feminino: Paige Vanzant x Kailin Curran
Pena: Juan Manuel Puig x Doo Ho Choi


Injustiçados? Americanos duelam para tirar falastrão do caminho de Aldo
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Por Maurício Dehò

O UFC deste sábado tem um dos duelos mais fortes que a categoria pena poderia ver: o embalado Cub Swanson encara o ex-campeão dos leves Frankie Edgar, num confronto entre o 2º e o 3º colocados no ranking. Pela lógica, o vencedor deveria ganhar uma chance pelo cinturão de José Aldo, já que o brasileiro acabou de vencer o número 1 da lista, Chad Mendes. Mas o mundo do MMA não funciona assim. O momento, as provocações e a imagem valem mais do que o cartel, e o irlandês falastrão Conor McGregor, por enquanto, vai desbancando a dupla.

BRASIL: Edson luta por top 10 enquanto mulher está grávida de 9 meses

Edgar e Swanson fazem a luta principal do UFC em Austin, no Texas, e sabem que precisam não só vencer, mas dar show para tentar convencer os chefes a preterirem Conor McGregor na file pelo título. O irlandês ainda não garantiu seu posto de desafiante. Ele ainda encara Dennis Siver, em 18 de janeiro. Um bom triunfo e muito trash talk devem bastar para isso.

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O caso é tão às claras e McGregor é tão bom na arte de provocar, que lançou esta pérola sobre Swanson: “O UFC olhou nos olhos dele e disse: ‘Cub, eu te prometo, bata este cara e você terá o title shot. Eu quero estar lá quando eles lhe disserem: ‘Não, desculpe. Lembra aquela promessa? Era tudo mentira”.

A luta principal deste sábado traz muito mais chances a Swanson brigar para encarar José Aldo, pelo simples motivo de que faz menos de dois anos que o brasileiro venceu Edgar. Mas, o ex-campeão é um queridinho da organização, faz bons combates, vem de duas boas vitórias e sempre está pronto para receber um chamado para lutar pelo cinturão novamente.

Swanson também já enfrentou Aldo e tomou um nocaute lendário: aquela joelhada voadora em 8 segundos no WEC, em uma eliminatória pelo cinturão da organização, que depois seria comprada pelo Ultimate. Agora, ele vem de seis vitórias seguidas, sendo quatro por nocaute e aquele revés já completou cinco anos.

Todos estes bons resultados no octógono podem não valer nada frente ao “hype” criado em torno de Conor McGregor. Tudo bem que o irlandês tem 12 vitórias seguidas, sendo quatro pelo Ultimate, e aparenta ter potencial suficiente para lutar no topo, mas o nível de seus rivais é inferior ao de sua concorrência. Ele bateu Marcus Brimage, Max Holloway, Diego Brandão e Dustin Poirier, 6º do ranking. Seu próximo rival, Siver, é só o 8º.

“Se eu acho que ele faz um bom trabalho se autopromovendo? Claro que sim, ele está fazendo um grande trabalho. Mas é ridículo as pessoas acharem que ele merece disputar o título. Ele não fez o que muitos de nós fizemos”, opinou Swanson, ao site do UFC.

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Mas, num momento em que Aldo já bateu todos os seus concorrentes e recomeçou a fila ao bater Chad Mendes na revanche, dá para entender o que se passa na cabeça do UFC ao dar tanta ênfase a McGregor. Seu estilo provocador, quase num estilo Chael Sonnen, é perfeito para vender lutas, ainda mais contra um lutador brasileiro e sua torcida, que já compraram a briga – Aldo já apelidou o irlandês de bobo da corte, e seus torcedores tiveram um tratamento áspero frente ao lutador em sua passagem pelo Rio.

Falar em justiça ou injustiça é ignorar que o UFC é um grande negócio e que é prioritariamente este aspecto que está em jogo quando se monta um evento e se casa uma luta. Seja qual for o resultado deste lutão entre Swanson e Edgar, McGregor atualmente só depende de seus desempenhos e de mais um bom triunfo para bater diretamente à porta de José Aldo.

Veja o card completo da noitada de sábado

Card principal
Pena: Frankie Edgar x Cub Swanson
Leve: Bobby Green x Edson Barboza
Mosca: Brad Pickett x Chico Camus
Pesado: Jared Rosholt x Oleksiy Oliynyk
Mosca: Joseph Benavidez x Dustin Ortiz
Leve: Matt Wiman x Isaac Vallie-Flagg

Card preliminary:
Pesado: Ruslam Magomedov x Josh “Ursinho Carinhoso” Copeland
Médio: Luke Barnatt x Roger Narvaez
Leve: James Vick x Nick Hein
Leve: Yves Edwards x Akbarh Arreola
Palha feminino: Paige Vanzant x Kailin Curran
Pena: Juan Manuel Puig x Doo Ho Choi


UFC de sábado tem um fortão que é Ursinho Carinhoso e uma musa Calibre 12
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Sábado é dia de UFC no Texas. Dá uma olhada no vídeo da semana e conheça os destaques deste card, que é liderado pelo ex-campeão dos leves Frankie Edgar, hoje um peso pena, e Cub Swanson. Ambos estão próximos de lutar pelo cinturão. O único brasileiro no card é o grande chutador Edson Barboza. E, para descontrair, veja os apelidos bizarros de dois estreantes desta noitada:

Sangue, suor e… 'porrada'
Sangue, suor e… 'porrada'

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Um Gracie conta como interrompeu briga entre Anderson e Belfort em hotel
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As melhores encaradas do MMA
As melhores encaradas do MMA

Por Maurício Dehò

Anderson Silva e Vitor Belfort por muito tempo foram uma das grandes rivalidades do MMA, um assunto que foi resolvido dentro do octógono, quando o Spider conseguiu um dos nocautes mais incríveis da história, vencendo o carioca. Uma história desconhecida entre eles foi contada por Renzo Gracie, que disse ter impedido que eles chegassem às vias de fato em um hotel.

Durante sua participação no programa Submission Radio, Renzo respondia a uma pergunta dando alguns exemplos de casos bizarros que viveu em sua vida no mundo das lutas.

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“Eles estavam no lobby de um hotel em Abu Dhabi, discutindo, e quase indo para a briga. Eu olhei, não tinha mais ninguém ali. Olhei para eles e falei: ‘olha, caras, para deixar as coisas às claras, se vocês forem brigar, eu não vou separar. Eu vou sentar e assistir, porque adoraria ver uma luta entre vocês”, contou o técnico de Chris Weidman, Matt Serra e outros astros.

“Eles pararam de discutir na mesma hora, e foram embora”, riu Renzo. O caso teria ocorrido em 2010, quando Anderson fez a luta principal do UFC nos Emirados Árabes Unidos contra Demian Maia e defendeu o cinturão dos médios do UFC.

“Eles são lutadores, isso é o que eles fazem. Então, se quiserem brigar, eu apenas sento e fico olhando”, explicou Renzo, aos risos.

Agora, curiosamente, Anderson e Belfort estão em rota de colisão. Basta que o carioca vença Chris Weidman e que Anderson bata Nick Diaz, e o UFC pode ter a mais bombástica das revanches pela frente.